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30 julho, 2015

Hana Nomi zo Shiru - Only The Flower Knows

"Hana Nomi zo Shiru (Only The Flower Knows)" é um manga de Rihito Takarai com apenas 13 capítulos distribuídos por 3 volumes.

Este manga é shounen-ai, com algumas cenas de yaoi nos últimos dois capítulos. Isto significa que há aqui romance homossexual com cenas mais ou menos explícitas no final (que podem perfeitamente saltar à frente se isso vos incomodar). E, se bem se lembram, é do mesmo autor do manga Seven Days que eu tanto gostei (e aconselho a quem goste de romances).
Dito isto: será que Hana Nomi zo Shiru foi tão bom como Seven Days? Bem ... não, mas ainda assim é um manga super-fofo, com um romance muito querido e uma bela arte a acompanhar. Não é tão bom mas ainda assim vale a pena. :)

Hana Nomi zo Shiru conta a história de Youichi, um estudante universitário do qual toda a gente gosta, com uma namorada fofinha e uma vida normal, até que ele conhece, por acidente, Shouta, também ele um estudante mas noutra área. Shouta é muito calado e sério, mas ao mesmo tempo parece vulnerável e parece ter um passado que o persegue.

O que eu mais gostei no manga foi o relacionamento gradual dos dois; e o que eu menos gostei foi a forma como o Youichi entrou logo a matar nesse relacionamento, dizendo que sentia algo pelo Shouta. Contraditório? Podem crer! É que para o Yoichi o que ele sentia era natural e não o questionava porque não o via como romântico, mas a forma como o expressava era mais que mal interpretada.
Outra coisa que não gostei foi a forma como o Shouta perdoou tão facilmente os muitos abusos do Satoshi. Credo! Que relação mais abusiva!

Enfim, Hana Nomi zo Shiru é um manga que vale a pena ser lido por quem goste de romances shounen-ai com sentimento e, basicamente, fofinhos. Gostei muito do par Yoichi/Shouta.

Sinopse (inglês, via myanimelist):
Youichi's life at university is going just fine. He isn't having any trouble with his classes, he has plenty of friends, and even a cute girlfriend named Minami. Then the day comes where he meets Misaki. Misaki is a reserved, stand-off-ish fellow but for some reason, Youichi can't seem to get him out of his mind. In fact, he can't seem to stay away. When he lands a job working in the lab with Misaki, it seems more than just the flowers are about to bloom. But will they recognise their emotions for what they are, and have the courage to accept it?

16 agosto, 2011

Kakko Warukute Kakkoii Kimi - Manga

Kakko Warukute Kakkoii Kimi é um manga shounen-ai com arte de Kai Asou e argumento de Arika Kuga.

Sinopse em Inglês:
Ever since they were little, Yukihisa and Takashi have always been together. However, Takashi recently started acting strange towards Yukihisa by refusing to come near of Yukihisa, baffling him. Takashi offers no explaination for his actions, causing Yukihisa to be filled with doubts about their friendship. What can Takashi be hiding from Yukihisa that's causing him to keep 1 meter away from him?

Apesar de a premissa inicial ser um pouco ... estranha (digamos assim), a verdade é que este manga consegue ser bastante interessante e até maduro.
Uma coisa boa é que nenhum dos dois homens age como uma rapariga. O meu grande problema com o shounen-ai é que, pelo menos, um dos homens age quase sempre como uma menina mimada. Felizmente, neste isto não acontece. Os dois sentem insegurança e até escondem as suas incertezas um do outro, mas a determinada altura acabam sempre por conversar como dois adultos e resolver os problemas. Não só isto é uma lufada de ar fresco, como mostra uma certa maturidade das personagens. Claro que também eles têm os seus momentos, ou não fosse o primeiro capítulo umas das desculpas mais esfarrapadas que eu já li, mas ao mesmo tempo é bastante ... masculino. Afinal os homens não falam tão abertamente dos seus problemas e dúvidas como as mulheres (claro que há excepções) .

Devo avisar, no entanto, quem não sabe, que este manga fala sobre um relacionamento homossexual (daí a expressão shounen-ai), por isso quem não estiver aberto a tais história, é melhor nem ler. Outro alerta é que este manga tem algumas cenas mais ... sensuais, por isso os mais sensíveis podem fazer uma de duas coisas. Ou não lêem, ou então passam à frente essas páginas (como eu já fiz).
Não sou grande conhecedora do género, mas acho que este manga pode ser um bom ponto de partida para quem tenha curiosidade sobre o shounen-ai (mas o melhor, a meu ver, é mesmo o "Seven Days").

No geral, é um manga engraçado, que tem bons momentos e dois protagonistas que vão amadurecendo com a história. Pessoalmente gostei, embora não seja dos meus favoritos. Foi uma leitura curiosa, que conta com um relacionamento bem construído e sólido.

09 abril, 2010

Seven Days - Manga

Seven Days, de Rihito Takarai (Desenho), Venio Tachibana (Estória)

Não é muito usual eu ler mangas shounen-ai, aliás, posso até dizer que só devo ler três ou quatro por ano, isto tendo em conta que leio uma média de três mangas (de outros géneros) por dia.
Confesso que não é o meu estilo manga de eleição, mas não é raro encontrar pérolas, como este Seven Days, uma manga compilado em dois volumes, e cuja estória se desenvolve ao longo de sete dias.
Notem, por favor, que embora a capa explicite que o manga não é para menores de 18, isto não é yaoi. É totalmente shounen-ai, o que quer dizer que não há nada que passe além de um ou dois beijos (sim, são poucos).

Esta é a estória de dois rapazes que nunca se apaixonaram de verdade. Ambos já estiveram em várias relações com o sexo oposto, mas faltava sempre algo e nenhum deles sabia muito bem o que era até que, por acidente (quando lerem vão perceber o que é o acidente), começam a sair os dois e no fim acabam por descobrir o que faltava, que a outra parte (homem ou mulher) não os visse só pelo pacote de fora, mas os aceitasse por aquilo que eles são verdadeiramentem com todos os defeitos e incertezas que isso acarreta e também que não devem ter medo de apostar e arriscar numa relação.

Chegada ao final, posso dizer que Seven Days é um romance adorável que ensina que o amor pode vir de qualquer parte e que o melhor para resolver os problemas é mesmo conversar e entender o que o/a outro/a pensa e porque age da forma que faz.
Aconselho.

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