24 dezembro, 2018

Boas Festas - 2018




Desejo a todos vocês, e aos vossos familiares, umas boas festas, caso celebrem esta quadra. Senão, um bom início de ano!

P.S.: Caso não reconheçam as personagens na imagem, trata-se da Lina, o Zanzan, a Momutte e a Garnath, do meu projecto “Alma”

22 julho, 2018

One Punch Man

"One Punch Man" é um manga  da autoria de One, com desenhos de Yusuke Murata, que está a ser publicado pela Shounen Jump. Vai já com cerca de 100 capítulos, divididos por 16 volumes.


Comecei a ler o manga depois de ver a primeira temporada do anime One Punch Man (a segunda temporada vai sair este ano).
Já há muito que não lia um manga que me entusiasmava tanto. One Punch Man é uma comédia com uma crítica social que não passa despercebida. Segue as (des)venturas de Saitama, um homem com um poder extraordinário (ele derrota qualquer um com apenas um soco), mas esta personagem nunca fica com os louros das suas próprias vitórias porque não é isso que lhe interessa.
Há neste manga uma clara crítica à forma como os humanos estão a abusar dos recursos do planeta, sob a forma de quase todos os vilões que surgem e que são consequência do aquecimento global ou da desmesurada exploração humana. Mas também os heróis, esses seres pagos para salvarem o mundo têm uma profundidade incrível. Muitos são gabarolas, mafiosos, mentirosos, egocêntricos, mas é incrível como os ficamos a conhecer tão bem que torcemos por eles independentemente de tudo isso.
E se a maioria dos vilões peca por não ter esta profundidade de carácter, chegamos depois a um Garou , um dos vilões (ou será que anti-herói é mais apropriado) mais emblemáticos da história dos mangas (na minha humilde opinião).
E a arte! De cortar a respiração! As cenas de acção, as páginas duplas … Wow!


A sério, se ainda não lêem o manga, experimentem. Vale muito a pena! Na minha opinião é melhor que o anime (que já é bom).

05 fevereiro, 2017

20 Anos

De acordo com a AnimeNews Network, este ano de 2017 vários são os animes que adoro que vão fazer 20 anos desde que aparecerem na televisão pela primeira vez.

Os mais relevantes, para mim, são sem dúvida:
- "Mononoke Hime (Princesa Monononke)", uma obra prima de Hayo Miyazaki e os Estúdios Ghibli;
- "Perfect Blue", um filme animado, de suspense, que é soberbo;

Outros que merecem destaque: Cutey Honey;  El Hazard; Neon Genesis Evangelion: Death & Rebirth; Flame of Recca; e por fim o Pokémon.




Em 2016 também dois dos meus animes favoritos fizeram 20 anos:
- "Tenkuu no Escaflowne (Vision of Escaflowne), um dos meus animes favoritos de todos os tempos, cheio de acção, romance, aventura e personagens inesquecíveis;
- "Rurouni Kenshin (Samurai X)", um anime inesquecível cujo manga (de Nobuhiro Waysuki) está agora a ser publicado em Portugal pelas mãos da Devir (aconselho vivamente a comprarem);



Aconselho-vos a conhecê-los a todos, se ainda não os viram. Estão já uns jovens mas o tempo não lhes tirou mérito.

24 dezembro, 2016

Boas Festas

Desejo um Feliz Natal para todos os que festejam esta época, e votos de um excelente Ano Novo!

30 julho, 2015

Hana Nomi zo Shiru - Only The Flower Knows

"Hana Nomi zo Shiru (Only The Flower Knows)" é um manga de Rihito Takarai com apenas 13 capítulos distribuídos por 3 volumes.

Este manga é shounen-ai, com algumas cenas de yaoi nos últimos dois capítulos. Isto significa que há aqui romance homossexual com cenas mais ou menos explícitas no final (que podem perfeitamente saltar à frente se isso vos incomodar). E, se bem se lembram, é do mesmo autor do manga Seven Days que eu tanto gostei (e aconselho a quem goste de romances).
Dito isto: será que Hana Nomi zo Shiru foi tão bom como Seven Days? Bem ... não, mas ainda assim é um manga super-fofo, com um romance muito querido e uma bela arte a acompanhar. Não é tão bom mas ainda assim vale a pena. :)

Hana Nomi zo Shiru conta a história de Youichi, um estudante universitário do qual toda a gente gosta, com uma namorada fofinha e uma vida normal, até que ele conhece, por acidente, Shouta, também ele um estudante mas noutra área. Shouta é muito calado e sério, mas ao mesmo tempo parece vulnerável e parece ter um passado que o persegue.

O que eu mais gostei no manga foi o relacionamento gradual dos dois; e o que eu menos gostei foi a forma como o Youichi entrou logo a matar nesse relacionamento, dizendo que sentia algo pelo Shouta. Contraditório? Podem crer! É que para o Yoichi o que ele sentia era natural e não o questionava porque não o via como romântico, mas a forma como o expressava era mais que mal interpretada.
Outra coisa que não gostei foi a forma como o Shouta perdoou tão facilmente os muitos abusos do Satoshi. Credo! Que relação mais abusiva!

Enfim, Hana Nomi zo Shiru é um manga que vale a pena ser lido por quem goste de romances shounen-ai com sentimento e, basicamente, fofinhos. Gostei muito do par Yoichi/Shouta.

Sinopse (inglês, via myanimelist):
Youichi's life at university is going just fine. He isn't having any trouble with his classes, he has plenty of friends, and even a cute girlfriend named Minami. Then the day comes where he meets Misaki. Misaki is a reserved, stand-off-ish fellow but for some reason, Youichi can't seem to get him out of his mind. In fact, he can't seem to stay away. When he lands a job working in the lab with Misaki, it seems more than just the flowers are about to bloom. But will they recognise their emotions for what they are, and have the courage to accept it?

29 julho, 2015

Ajimu: Kaigan Monogatari - ONA

Ajimu: Kaigan Monogatari (Ajimu: Beach Story) é um ONA* com 4 episódios, que foi lançado entre 2001 e 2002.

*Atenção: Esta opinião contém spoilers*
Já tinha visto o primeiro episódio desta pequena série há uns anos e entretanto achei que, como só tinha 4 episódios, era tempo de a terminar.

Ajimu é o interesse amoroso do protagonista e é ela que dá nome ao anime. Uma rapariga calada, recatada, que adora a música e que é muito amistosa, mas que a início vai pensar que o protagonista e um pervertido. Daí a coisa vai evoluindo e outros jogadores entrarão na trama, com mais ou menos sucesso.
A personagem que mais gostei foi a Suzue, que tem uma personalidade curiosa e está decidida a lutar por quem ama, mas também percebe quando essa pessoa gosta de outra e dá-lhe algum espaço de manobra.
A Ajimu, para dizer a verdade, deixou-me indiferente. É demasiado apática e demasiado boazinha. Já o Hirosuke me irritou um pouco por não ter coragem para dizer á Ajimu o que sentia por ele (tirando no fim).  Agora a personagem que mais me irritou foi, sem dúvida o Otomine. Ou melhor, a maneiro como ele regressou e a sua mentira foi encarada com uma leveza extraordinária! Senão vejamos, o Otomine fez a Ajimu acreditar que ele estava morto, só para que ela não sofresse quando ele partiu para o estrangeiro. Isto parece-vos razoável? E menos razoável ainda é a facilidade com que a Ajimu o perdoa. Enfim ...

A animação é um muito básica (e repetitiva, especialmente nas cenas em que a Ajimu está a tocar e a cantar), como a maioria dos OVAs, mas tratando-se de uma anime romântico pode-se dizer que efectivamente esse facto não interfere muito com o produto final. As sequências decorrem de forma lenta, um pouco como a própria história. Não é um anime para quem procura acção mas se querem uma pequena história com algum romance e drama, pode ser uma boa escolha.
A sequência de fecho do primeiro episódio, em termos musicais está muito boa, mas em termos de imagem, aquilo não passou de fan-service barato (excepto no caso das últimas imagens). Já do segundo episódio para a frente a sequência é super-fofinha!

Noutra nota não gostei do facto de o terceiro episódio acabar em suspense e depois no início do quarto haver um salto temporal que me irritou bastante porque o que realmente aconteceu no fim do terceiro nunca foi mostrado.

Resumindo, Ajimu: Kaigan Monogatari não foi um ONA que me marcasse mas enquanto drama romântico consegue funcionar bem. A história teria de ser mais consistente e lógica para que me ficasse na memória, mas não posso dizer que tenha sido uma completa falta de tempo. Passou-se bem.

* ONA significa Original Net Anime (animes que são publicados na Internet, ao contrário dos OVA que vão directamente para vídeo)

Aqui fica a sinopse (em Inglês):
Seventeen year old Nakaido Hirosuke is just your average high school student. One morning as he arrives at the train station on his way to school, he catches sight of a beautiful girl, Ajimu Yasuna, and immediately falls for her. The two of them get to know each other and become friends, but he can't confess his feelings and she is unsure of hers. As events and other people present obstacles for the potential couple to clear, their relationship begins to develop and their feelings become clear.

22 maio, 2015

All You Need is Kill - divulgação

a Devir acaba de publicar a adptação manga do romance de Hiroshi Sakurazaka, que serviu de base para o filme "Edge of Tomorrow", e que foi desenhada pelo mesmo artista de "Death Note" (Takeshi Obata).

Eu já li o romance há uns tempos, vi o filme há uns meses e estou ansiosa por ler o manga. Os dois que vi/li até agora foram muito bons, embora bastante diferentes, por isso espero ser igualmente surpreendida pela adaptação a banda desenhada.


Podem ver o trailer abaixo:

All You Need Is Kill volume 1
All You Need Is Kill volume 1 - TrailerOs Mimics, uma raça alienígena, lançam uma guerra de extermínio contra a Terra e Keiji Kiriya é apenas um entre inúmeros recrutas inexperientes atirado para o meio da carnificina, onde é abordado pela famosa «Pantera Blindada».Será ela a chave para a salvação?Será que existe uma esperança para a Humanidade?
Posted by Devir Manga Portugal on Sexta-feira, 22 de Maio de 2015

20 abril, 2015

Gantz

"Gantz" é um manga com 383 capítulos divididos por 37 volumes, da autoria de Hiroya Oku.

Gantz é, desde o início, um manga bastante gráfico e com uma boa dose de violência. Já há muitos anos que seguia esta série, até que fiz uma extensa pausa, não por o manga ser mau, mas porque outras leituras se sobrepuseram a esta.
Regressada aos últimos volumes da série, tenho de dizer que estes trouxeram gaandes surpresas mas a sequência de acção está muito boa e a ligação com as personagens cresce ainda mais à medida que os capítulos vão avançando.
A exploração de divindade e religião que é mostrada nos últimos volumes é bastante interessante e o efeito dos rostos de 'Deus' = Wow!

No geral gostei muito do desfecho. A arte está soberba, como já é habitual, e a batalha final foi bem conseguida. o final propriamente dito, ou melhor dizendo: o rescaldo, foi um pouco facilitado demais, mas sinceramente se fosse outro os leitores iam ficar zangados, por isso eu vou deixar passar o cliché em branco Recomendo, para maiores de 16.

Sinopse (via myanimelist):
Thought your life was bad? Sometimes, death is worse. There is no salvation, peace, nor god waiting to receive you into their care. But wait, a god? Maybe you are talking about that big black ball stuck in the room with you. Now you are thrown into a game, fighting green aliens and robot monsters for the chance to survive.
When Kei Kurono is killed, he thus finds himself caught in such a game; a test of his skills, morals and will to survive. His life is not his own, his death spat and trampled upon over and over again. What happens if he does not listen? God knows.
A word of warning: Gantz is not for the faint-hearted, but neither is it as simple as it looks. Gore, rape and violence is rampant, as are portrayals of greed, violence, and all the ugliness that one sees in society today.

Undead

"Undead" é um manga de Kazurou Inoue, contando com várias histórias independentes reunidas num só volume (10 capítulos).

Conhecendo já vários dos trabalhos deste mangaka, eu esperava algo mais.
Undead tem algumas cenas engraçadas e a premissa é interessante, mas as histórias não são muito boas e não me consegui ligar a  nenhuma das personagen em especial, tirando na primeira história.

A arte é a habitual do mangaka, embora eu sentisse que não funcionasse tão bem com este tipo de história mais negra.

No geral achei que foi o trabalho mais fraco deste mangaka e não gostei, tirando a primeira história que foi melhorzita.

Sinopse (via myanimelist):
As the title implies, the omnibus series' theme will be various stories on the undead instead of the quirky romantic comedies that have propelled his career in the past. However, the advertising promises that the series will have comedy in addition to "moving and heartrending" stories.

Boku to Watashi no Henai Jijou

"Boku to Watashi no Henai Jijou", também con hecido como "The Circumstances of Our Strange Love" é um manga de 2 volumes (17 capítulos), da autoria de Shiro Amano.

Este manga é pura diversão! A história é muito divertida, bem humorada e sabe focar-se no realmente interessa: o relacionamento do Jin com a Tama. E que casalinho que eles formam! É impossível não torcer por eles.
Os personagens são adoráveis, o romance é super-fofo e o final é perfeito. Curtinho mas bom!
E mais não digo do que: Leiam!

Sinopse:
Jin is a rock artist in the making, and in a relationship with Tama, a wanna-be bread maker. However, as Jin's popularity grows, he feels he doesn't have enough time for Tama, and breaks up with her. Tama agrees to call it off... a little too easily. The two go off their separate ways and decide to meet new people, but is their relationship really truly over? Watch their piping hot love slowly unfold!

Boku kara Kimi ga Kienai

"Boku Kara Kimi ga Kienai", também conhecido como "You Can't Disappear from Me" é uma manga de 4 volumes (23 capítulos), de Saki Aikawa.

Há uns tempos atrás tinha lido os primeiros 2 capítulos deste manga e tinha gostado, por isso voltei a pegar nele para o terminar.
You Can't Disappear from me tem boas personagens (especialmente o Kousuke) e uma excelente química entre o casalinho principal. E eu gostei do facto de o caso das identidades trocadas não se ter estendido demasiado mas, apesar disso, a história não tinha grande qualidade, particularmente porque cai no erro de usar demasiados clichés , especialmente na última metade.

A arte é apelativa,  embora não seja memorável.

Em suma, é um manga engraçado, especialmente pelo casalinho, mas não é uma história que fica na memória.

Sinopse (via myanimelist):
Hotaru managed to get in the high school where Haruna sensei teaches to see him again! However, on her first day there, she meets a very unpleasant guy who looks just like her beloved sensei...?

29 março, 2015

Dogs: Bullets & Carnage

"Dogs: Bullets & Carnage" é um OVA de 4 episódios, baseado no manga homónimo de Shirow Miwa.

Não tendo lido o manga, vi este OVA com olhos de estreante.

O primeiro episódio, que se foca no chefe do grupo: Mihai, foi o mais fraco, a meu ver. Não há suficiente informação sobre o passado para que nos possamos relacionar com as personagens nas cenas super-dramáticas que este primeiro OVA retrata. Há muita intensidade, mas pouca ligação.  A história está lá mas o tempo é pouco para o espectador se importar.

Já o segundo é um dos meus favoritos. Foca-se em Badou que, de todas as personagens, é a mais divertida. A história em si acaba também por ser a mais descontraída.
O terceiro mostra a história de Naoto e tinha tudo para ser o mais tocante dos quatro, mas não foi porque precisava, também ele, de mais tempo. As perdas neste e no primeiro são demasiado pessoais para os respectivos protagonistas, mas quem não conhece o manga não pode ter com estes protagonistas o laço que permitiria realmente sofrer com as situações. No entanto, como mostra uma evolução mais progressiva da situação, acaba por funcionar bem melhor que o primeiro OVA.
No quarto e último somos apresentados ao Haine, que me parece uma dos personagens mais interessantes. Gostei bastante. Quase tanto como do segundo.

A arte ao longo dos 4 OVAS é bastante consistente. Não é tão rica, em cenários, como as de um anime serializado, mas as cenas de luta, especialmente as que implicavam espadas e luta corpo-a-corpo estão mesmo muito boas. Dinâmicas e intensas. Já o mesmo não posso dizer das cenas de tiroteio, que não são más mas são um pouco tontinhas.

A verdade é que este OVA me despertou a curiosidade para ler o manga, e talvez o faça no futuro. Como obra independente está interessante e não foi, de todo, uma perda de tempo.

Sinopse (inglês - via myanimelist):
It is sometime in the future, where a certain European city extends far underground, even secret, dark levels that have the key to the past. Ex-assassin Mihai has returned and is living with Kiri, who now runs a resturaunt. Sword-wielding Naoto, Haine (white hair), a mysterious product of genetic engineering and his sometime partner Badou (eyepatch).

Children who Chase Lost Voices

O filme "Children who Chase Lost Voices (Hoshi wo ou Kodomo)" é um filme de Makoto Shinkai, que é mais conhecido pelo filme "5  Centimeters per Second".
Nesta longa metragem, que é visualmente estonteante, conhecemos Asuna, uma rapariga que é muito boa aluna e que tem o seu próprio esconderijo na montanha. Orfã de Pai e quase sem ver a sua Mãe que passa mais tempo no trabalho do que com a filha ou a cuidar da casa, Asuna refugia-se na montanha e escuta com avidez um velho rádio.
Certo dia ouve uma melodia estranha que a encanta, mas cuja origem desconhece.

Esta é a premissa.

Ao ver o filme estava sempre a questionar-me se não havia aqui uma mãozinha dos Estúdios Ghibli (e parece que não), por culpa do imaginário fabuloso e da fluidez da animação, que me fez muito lembrar alguns trabalhos do pretigiado estúdio.
Children who Chase Lost Voices tem um desenho de cenários absolutamente deslumbrante. O desenho de personagens é mais simplista, mas em conjunto as duas vertentes trabalham muito bem, resultando num espectáculo visual digno de ser apreciado.

A história é, também ela, bastante boa. Fala da perda, da morte, da despedida, e de como ultrapassar esses momentos. Confesso que chorei em certos momentos mais dramáticos e gostei muito de como exploraram o tema da despedida.

As três personagens principais estão bem exploradas, embora gostasse de saber mais sobre os seus passados. No entanto para o filme, a informação que nos é dada é mais que suficiente e dá grande profundidade aos protagonistas, especialmente ao Ryuuji.

No geral gostei mesmo muito deste filme e acho que é uma belíssima história para qualquer pessoa acima dos 8 anos (só não digo menos porque tem uma ou outra cena mais gráfica, mas não demasiado). Recomendo, sem reservas.

Sinopse (inglês - via myanimelist):
Strange sounds in the darkness... Unearthly music from an old crystal radio... These are all the warning Asuna Watase has before a simple walk to her clubhouse catapults her into a nightmarish adventure that will take her beneath the Earth to a lost land beyond the realm of legend! Attacked by a strange monstrous creature, rescued by a mysterious stranger and pursued by a relentless enemy, Asuna finds herself enmeshed in a centuries old mystery that will bind her to a strange young defender and lead her inevitably, towards a secret that may hold the key to life itself!

01 fevereiro, 2015

Sword of the Dark Ones - Ragnarok

"Sword of the Dark Ones", também conhecido como "Ragnarok", é um manga de 3 volumes (21 capítulos) escrito por Yasui Kentaro e desenhado por Tsukasa Kotobuki.
Desconhecedora do trabalho de ambos, foi através de uma recomendação que tropecei neste manga.

Este pequeno manga conta-nos uma das aventuras de Leroy, que parece propenso a ter muitos episódios semelhantes na sua vida de mercenário. Este protagonista, no entanto, tem um código de honra que segue à risca e é isso que o mete numa grande alhada. No entanto duas coisas não faltam a Leroy: Confiança, e Força.
Não vou aprofundar muito o enredo mas posso-vos dizer que a maioria das personagens não são preto-no-branco e são, inclusivé, bastante profundas embora não lhes falte defeitos.
O enredo está bastante bem exporado e bem distribuído pelos 3 volumes. Adorei a sequência da acção e o desenvolvimento das personagens, embora gostasse de ter sabido mais sobre o passado do Leroy.

A arte, a princípio, deixou-me um pouco indiferente mas foi sol de pouca dura pois em breve estava a adorar a sua simplicidade e a forma como o artista explorava as cenas. As páginas duplas, em especial, eram fabulosas. Por vezes questionava-me como conseguia transmitir tanta tensão em painéis tão simples. Gostei, e as cenas de acção então, especialmente no final, estavam fabulosas. Já para não falar que a crueza dos desenhos combinava muito bem com a história. E fica já o aviso que este manga não deve ser visto por menores de 16.

Em suma, Sword of the Dark Ones é um manga para maiores de 16, pela violência e não só, mas é uma história que recomendo. O enredo é interessante e dá vontade de seguir as personagens, além do mais a arte é fabulosa, assim que nos habituamos a ela.
 
Sinopse (inglês):
In a late-medieval world, between the mountains and sea, the peaceful lifestyle of the people has been shattered by fear. Monsters known as the Dark Ones, roam the land, killing indiscriminately. The townsfolk fear to venture out from their homes, and travel from town to town has become a risk to life and limb. To protect the people from this terror, several guilds have sprung up, including the Guild of Assasins and the Guild of Mercenaries. To go out into the world or travel across the wilderness, hired mercenaries are essential. One man has built a reputation as an especially fierce monster-killer -- a man known as Leroy Schvartzer. A former high-ranking member of the Guild of Mercenaries, Leroy has struck out on his own. Many try to hire him for his superior skills, but Leroy has his own agenda. He has a mission to accomplish, a vow to fulfill. This vow is known only to himself and his one companion: his sentient long-sword Ragnarok.

24 dezembro, 2014

06 junho, 2014

Uwasa no Midori-Kun - manga

"Uwasa no Midori-Kun (The Rumoured Midori-kun!!; Midori is a Tomboy)", é um manga de Go Ikeyamada, com um total de 44 capítulos, distribuídos por 10 volumes.

Sinopse (inglês):
Yamate Midori is a 15 year-old girl and is very much a tomboy. One day Midori meets a boy called Hino Tsukasa, who came to the island she lives on for a holiday. He teaches her to play soccer and she falls in love with the sport. Midori is inspired by Tsukasa and continues to play soccer in hopes that they would meet again someday. When they do meet again Tsukasa does something unforgivable. Determined to defeat Tsukasa on the soccer field Midori enrolls in an all boy high school.

Esta mangaka tem trabalhos que adoro e trabalhos que detesto. Hit or Miss! Este, felizmente, cai na primeira categoria.
Uwasa no Midori-kun começa de forma bastante diferente de quase todos os mangas shoujo que vi até hoje. Ou não tivéssemos, no primeiro capítulo, a protagonista a perder a virgindade e depois a descobrir que o rapaz por quem estava apaixonada era uma besta quadrada que a tinha usado. BOOM!
Normalmente isto vê-se em josei (mangas para adultos), agora shoujos (para adolescentes)? Acredito que é a primeira vez! (pun intended)

Midori, a rapariga que foi usada, e que adora jogar futebol, decide então fazer-se passar por rapaz para ingressar na equipa de futebol rival do rapaz que lhe tirou a virgindade. E, como muito acontece nestes mangas em que alguém tenta esconder o seu género, é logo descoberta por um dos seus colegas de equipa. Kazuma aceita guardar segredo e, como devem imaginar, a relação dos dois cresce a partir daí.
E é isso, não? Normalmente nos outros mangas a coisa pára por aqui e fica tudo muito bem. Mas não! Não acaba assim. Tsukasa, o rapaz que é uma besta, volta e, pasmem-se!, decide reconquistar a Midori.
E não é que, com esta premissa que parece muito fácil de descortinar, a autora conseguiu criar um dos triângulos amorosos mais credíveis que li até hoje?
Impossível!

Eu. Odeio. Triângulos. Amorosos.
Mas ...
Adorei este!

Impossível!

O que acontece é que, miraculosamente, o Tsukasa (a besta) consegue redimir-se e, quando a Midori o escolhe a ele, eu fico feliz e torço por eles. Mas depois tenho pena do Kazuma e ...
Não digo mais se não é spoilers!
Mas, acreditem, ficamos na dúvida sobre quem é melhor para a Midori até ao último volume! E é tão credível. E torcemos pelos dois!
Bem, eu pelo menos torci.

O único mal deste manga é as muitas cenas de tentativa de estupro. Juro! Há pelo menos umas três. Uma deles chega a ser perturbante, já que é com a Midori. Outra é com uma persoangem sem importância mas foi demais. Não gostei e achei um exagero, de todas as vezes. As cenas poderiam ter a mesma carga emocional sem haver necessidade de usar a violação como meio. Yargh!

Fora isso, adorei! Não é um manga perfeito, mas é bom e tem um dos melhores triângulos amorosos de sempre e, definitivamente, um dos mais credíveis. Kudos, Go Ikeyamada! Se tiveres mais trabalhos destes, pode ser que perdoe o Get Love!! ... ou não.

R-18 Love Report! - manga

"R-18 Love Report!", um manga de Emiko Sugi, publicado em 16 capítulos, divididos em 4 volumes.

Sinopse (inglês):
Riko Mitsumi is sixteen year-old girl who is pretty and a good student. She would be like most girls if she wasn't constantly dreaming about sex and using a pseudonym to write about it.

Mais um manga shoujo que tinha começado a ler há uns anos e que nunca mais tinha terminado. Este, que é ecchi (erótico), acaba por retratar um casal bastante adorável. A única coisa que me fez impressão foi a idade dos persoangens. 15/16 anos, são muito novos! Yargh! Mas fora isso o romance é muito fofo e existe uma verdadeira relação de crescimento, aceitação e amizade entre o Minato e Rico (também conhecida por R).
O grande problema deste manga são os conflitos amorosos. O top-model que tenta de tudo para conquistar a Rico, e a ex-namorada do Minato. Por um lado o conflito em si é bom, mas as situações são parvas e algumas fizeram-me revirar os olhos.

A arte não é nada do outro mundo, é o típico estilo shoujo: personagens muito compridas, todas muito loiras, todas muito lindas. Nada de especial, mas funciona.

Enfim, R-18: Love Report é um bom romance, que cria uma relação muito amorosa e que se mostrou mais que satisfatória. Recomendo, com reservas. 

05 junho, 2014

Gokusen - manga

"Gokusen" e "Gokusen Katsuhen", dois mangas de Kozueko Morimoto. O primeiro teve 159 capítulos, divididos por 15 volumes. O segundo teve 4 capítulos num volume.





Sinopse (inglês):
Fresh out of college, Kumiko "Yankumi" Yamaguchi becomes a math teacher at an all-boys high school. Unfortunately for her, she's assigned by the school board as the homeroom teacher for class 3-D, which happens to be the class of delinquent students. When the class attempts to make a living hell out of Yankumi's career, they fail as her persistence and aggression gain her respect. However, little does anyone in the school know that Yankumi is actually heir to the Kuroda Ikka - one of Tokyo's most powerful yakuza clans.

As aventuras da Yankumi (Yamagichi) sempre me trouxeram um sorriso aos lábios. Gokusen é um dos mais aparvalhados e divertidos mangas que já li, por isso esperava um final em grande.
Infelizmente isso não aconteceu. O final não foi propriamente mau, mas ficou aquém da restante série. Parece que jogaram pelo seguro, foram pelo mesmo caminho que sempre tinham ido e isso não me surpreendeu nem satisfez.

Ainda assim, Gokusen é um manga que reconheço que valeu a pena ler, pelas situações malucas, pelas personagens divertidas e pelas próprias mensagens: que não interessa em que família nascemos, o que interessa é o que fazemos na vida; e que até os delinquentes têm sentimentos e podem ser redimidos.
Se procuram uma história alucinada com situações hilariantes e personagens meias maradas, Gokusen é o a escolha certa.

Curiosidades: Gokusen teve direito a duas adaptações para televisão (1 anime e 3 temporadas de um live-drama) e uma adaptação para cinema.

Gokinjou Monogatari - manga

"Gokinjou Monogatari (Neighborhood Story)", é um manga de Ai Yazawa, com 33 capítulos, divididos em 7 volumes.




Sinopse (inglês):
Mikako dreams of being a fashion designer, so she sets her eyes on attending Yazawa Arts with her childhood friend Tsutomu. But, he looks like a famous rock star and attracts more attention than she'd like, especially from a popular upperclassman. Incapable of dealing with her own feelings towards Tsutomu, Mikako devotes all of her time to a new 'flea market' club she's created with her friends on campus. But, it seems to bring her more into contact with Tsutomu than ever before.

Da mesma autora do conhecido "Nana" este Gokinjou Monogatari nunca me cativou realmente. As personagens irritavam-me mais vezes do que me  divertiam e, bem, tinha a sensação que já as conhecia de outros mangas da autora (Nana e Paradise Kiss).
O desenho é fofo e alguns dos relacionamentos são interessantes, mas é apenas mais do mesmo. Lembra-me demasiado o "Paradise Kiss", que eu já não tinha apreciado por aí além.
Gokinjou Monogatari não é um manga mau, por assim dizer, mas não é bom e acaba por cansar.
"Nana" é sem dúvida melhor trabalho da autora.

Curiosidades: Gokinjou Monogatari teve direito uma adaptação para televisão (anime). 

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