Antes de mais, informo que o vencedor do "Zona Nippon 1" já foi apurado. Podem ver o resultado no Asas da Mente. Fica o meu agradecimento a todos que participaram.
Mas as notícias que me trazem aqui hoje são também outras.
A Leya online está com promoções nos mangas editados em Portugal pelas Edições Asa. Isto inclui alguns volumes de Dragon Ball, Astroboy, Dramacon, Warcraft e Princesa Pêssego.
Visitem o Leya online e aproveitem as promoções de 50% (eu já aproveitei). Só é pena que do Dragon Ball só os primeiros 5 estejam em promoção.
Por último deixo também a nota que a Devir já lançou o 2º volume do Death Note em Português. Esperemos que continuem com este ritmo. :)
Para celebrar a publicação de uma BD minha, vou sortear um exemplar da revista "Zona Nippon 1", autografado por mim e pelo Rui Alex (artista que deu vida à minha história, incluída neste volume).
- O passatempo termina às 23:59 horas do dia 24 de Junho de 2012;
- Será sorteado um exemplar da revista "Zona Nippon 1", autografada por mim e pelo Rui Alex (que gentilmente aceitou participar neste passatempo). O/A vencedor/a será escolhido/a entre os que responderem correctamente às questões; sorteado de forma aleatória através do site random.org; O/A vencedor/a será avisado por email (e o resultado publicado nos blogs) alguns dias depois do término do passatempo; caso não obtenha resposta no prazo de uma semana, novo/a vencedor será sorteado;
- Só se aceita uma participação por pessoa e por morada;
Todos os dados recolhidos destinam-se apenas à selecção para o passatempo e não serão usadas para qualquer outro fim.
Para participarem têm apenas de preencher o formulário abaixo. Boa sorte! Dica: Podem encontrar as respostas AQUI.
"Watashitachi no Shiawase na Jikan (O Nosso Tempo Feliz)" é um manhwa (BD coreana) de Sumomo Yumeka (myanimelist), adaptado de um romance de Gong Ji-Young. Este manhwa tem 8 capítulos, reunidos num único volume.
Sinopse (inglês):
"I have something I don't want to lose"
"So much so that these terrible feelings have grown."
A pianist who attempted suicide 3 times, Juri, is taken to help her aunt
at a prison where murderers who killed indiscriminately are sentenced
to death. There, she meets a man named Yuu who took the lives of 3
people. A mother's antagonism--a brother's death... Together they
embrace the violent rebellion in their hearts caused by the large, deep
scars they carry. However, before long, they both embrace an earnest
hope in their hearts. "I want to live"...
An adaptation of novel by South Korea's most popular female novelist, Gong Ji-Young.
Quando vi que este manhwa estava no top do AnimeList, tive que o ler, não só porque tinha uma classificação de topo, como porque era bastante pequeno (um volume com 8 capítulos), o que o tornava diferente dos restantes títulos no TOP (ou quase todos). As expectativas não eram grandes pois por vezes acontece de um manga subir ao Top só porque muita gente lê ao mesmo tempo e lhe dá classificação alta, mas logo esse manga desce na classificação geral à medida que mais pessoas o lêem e a média desce.
Mas posso dizer que estou muito contente por ter 'apanhado' este manhwa.
Esta é uma história que testa as convicções dos leitores de uma forma quase suave, mas muito bem conseguida.
Juri é uma rapariga que, à primeira vista sempre teve tudo o que quis, mas que está sempre a tentar suicidar-se. Tentando ajudá-la, a sua tia que é uma freira, pede-lhe que a acompanhe a visitar um assassino à espera da ordem de execução (no corredor da morte). E é sobre estes dois que gira a história, sobre o que os levou o estado em que estão, o que os une, o que os separa e como eventualmente eles se ajudam mutuamente de forma natural e muito comovente.
O que mais me surpreendeu foi a forma como conseguiram que eu tivesse pena do assassino antes de saber o porquê de ele ter cometido os crimes horrendos que cometeu, ou seja, quando o leitor está convencido que não pode haver perdão para um crime tão hediondo. A forma como a história envolve o leitor é sublime e isto vem tanto da história como da arte simples mas expressiva e tocante.
Tidas as personagens estão extremamente bem caracterizadas, mesmo as que pouco aparecem, o que só enriqueceu a história.
Basta dizer que terminei o volume em lágrimas (de felicidade ou de tristeza?).
Vale mesmo a pena. Acreditem!
Este manhwa vai directamente para a minha lista de favoritos e não consegui dar-lhe outra classificação que não 10 em 10 pois não lhe vejo qualquer lacuna e tem o tamanho certo para causar impacto e não saturar. Leiam!
Denpa teki na Kanojo é um OVA de dois episódios (45 minutos cada) baseado nas light-novels de Kentarou Katayama.
Sinopse (em Inglês, do MyAnimeList): Juuzawa Juu is a delinquent high school boy who just wants to be left
alone. One day, he is approached by Ochibana Ame, who claims that she
knew him in a previous life, and now wants to serve him as his "knight".
At first Juu wants nothing to do with Ame, but after a classmate is
murdered, he accepts her help as he looks for the killer.
Nunca li o romance (até porque nem está traduzido para inglês e muito menos português), mas quando os OVA saíram em 2009 fiquei curiosa. Entretanto, com o meu afastamento do anime em geral, ficou esquecido. Mas um dia destes, por mero acaso, escolhi-o para ver e fiquei agradavelmente surpreendida.
A sinopse é um pouco enganadora e, confesso, no início do episódio não estava a gostar, mas assim que passei a parte inicial, foi difícil largar.
Com personagens diferentes, um enredo inteligente e imprevisível, estes dois episódios (com duração de quase-filmes) sabem a pouco.
A animação está muito competente e limpa, apesar de não se sobressair também não peca pela qualidade e gostei especialmente do desenho de personagens e da forma como expuseram a história.
O enredo em si é muito interessante e surpreende, tanto no primeiro como no segundo episódio. Temos aqui um anime que começa com uma premissa algo 'cliché' (rapariga que diz estar ligada a um rapaz de outra vida), mas depois com o aumento gradual do mistério/terror já nada é simples ou cliché.
As minhas personagens favoritas foram as irmãs Ame Ochibana e Hikaru Ochibana.
A banda sonora adapta-se à cenas, apesar de não ficar na memória, funcionou bem, especialmente nas cenas de suspense e tensão.
No geral, um anime muito interessante, com boas personagens e e um enredo que surpreende na positiva. Só gostava que tivesse mais episódios e que as light-novels estivessem traduzidas (pois adorava ler).
Léxico: OVA: Original Video Animation - episódios animados que não passam nas televisões, indo directamente para Vídeo/DVD; Light-Novel: Romances serializados em capítulos de grande distribuição (como antigamente faziam também no ocidente).
Boas notícias para os fãs de manga em geral. parece que estamos a ficar com uma oferta interessante de manga em Portugal. Será que é desta que arriscam mais séries?
Depois de a ASA começar a lançar "Dragon Ball", "Yu-Gi-Oh" e "Astroboy" (cancelado?!?), é a vez da DEVIR lançar Death Note!
O primeiro volume já está à venda. Apoiem o manga em Portugal e comprem! (é o que faço)
Comprem na Wook, na Fnac ou em qualquer loja que receba as publicações da Devir.
Só espero, muito sinceramente, que a Devir não faça como fez com o "The Walking Dead". por favor publiquem a série até ao fim! É o mínimo que podem fazer por quem decide apostar na edição portuguesa.
Get Love!! (também conhecido por Get Goal!!)é um manga de Go Ikeyamada. No total tem 30 capítulos reunidos em 7 volumes.
Sinopse (em inglês):
Sagara Yuki is a high school student who's shorter than all the other guys in his class. Moriyama Miki is the girl who admires him despite his small stature. Follow the hijinks and the romance between Sagara and Moriyama as they become closer and conquer the obstacles to their love! Was soccer mentioned?
Originalmente este manga era de um volume, e adorei-o. Só mais tarde soube que tinha sido serializado, e decidi ler, mas maldita hora em que o fiz, pois ao esticarem a história mais do que o suposto, estragaram tudo, enchendo os capítulos com cenas ridículas.
Foi extremamente estúpido quando, num determinado capítulo, a Miki confundiu o irmão do namorado pelo namorado e quase teve sexo com ele.- Sinceramente! Quem fazia uma confusão dessas quando eles nem são irmãos gémeos? Que parvoíce!
Por isso em termos de história, praticamente só primeiro volume se safou e os restantes nada mais foram do que tentativas patéticas de "fazer render o peixe" e que, pelo menos para mim, estragaram o manga. Pois por mais amoroso que fosse o romance entre os dois protagonistas, todas as «reviravoltas' eram clichés estúpidos e muitas vezes criminosos mesmo, que não eram levados com a seriedade que seria de esperar. O pior dos quais não deverá ter sido a aposta que fizeram com uma outra equipa de futebol, em que se perdessem, a Miki teria de servir sexualmente a equipa adversária. É imbecil!
E, termos de desenho, quem conhece os outros trabalhos da mangaka já deverá estar habituado ao estilo.
Os rapazes parecem quase todos iguais e facilmente se confunde uns com outros. E com as raparigas acontece o mesmo, especialmente porque esta mangaka, em todos os seus trabalhos, tem protagonistas demasiado semelhantes.Ainda assim as personagens são todas bastante adoráveis e os chibi são muito giros.
Resumindo, depois de um primeiro volume muito divertido e 'fofo', o manga esticou-se por mais seis volumes que pouco mais foram do que desculpas idiotas para fazer a 'mina' durar. Não gostei dos desenvolvimentos (muitas vezes imbecis) e preferia ter apenas conhecido este manga pelos primeiros capítulos. Certamente teria saído com uma visão mais satisfatória deste trabalho de Go Ikeyamada.
Ai Kora (Love Collage) é um manga shounen de Kazurou Inoue (o mesmo que fez Mirori no Hibi). No total teve 120 capítulos, incluídos em 12 volumes.
Sinopse (em Inglês):
Maeda Hachibei is peculiar, because, when most males lusting after gorgeous females, he instead lusts after discrete parts. When he relocates to Tokyo to attend school, he finds himself living in a dormitory with five females, each possessing a distinct ideal physical trait he desires: gorgeous blue eyes, bullet-train breasts, a deep dulcet voice, and straight "anime-esque" legs. Can he manage to keep his wits when these women surround him? Although you would not be completely incorrect if you believe this is like Love Hina… Hachibei is no Keitaro. (Source: Musashi Quality)
Vol.12 contains the oneshot "The Boy Who Heard Too Much", written before Inoue Kazurou was a serialised mangaka. It was later reworked into the basis for 'Heat Wave'.
Tendo adorado o anterior trabalho deste mangaka (Midori no Hibi) foi com grandes expectativas que peguei neste Ai Kora. Infelizmente, a meu ver, este não chega aos calcanhares do Midori No Hibi. Mas em vez de estar aqui a fazer comparações, vou mas é falar realmente no que gostei e não gostei neste Ai Kora.
Para começar gostei muito do Maeda (protagonista). Ele é bizarro, disso não há dúvida. Além disso é um pervertido, mas a verdade é que é também uma personagem extremamente consistente e bem construída. Além do mais é bom ter um protagonista que é confiante, apesar de muito estranho, mas que ainda assim tem um bom coração e está disposto a tudo para proteger aquilo de que realmente gosta.
Também algumas das outras personagens principais são dignas de nota, nomeadamente a Tenmaku e a Ootori, personagens por as quais acabei por torcer de uma forma ou de outra e que foram sendo convenientemente desenvolvidas ao longo da história.
Tenho no entanto de dizer que achei que, neste manga, o autor introduziu demasiadas personagens. Claro que muitas apreciam em um ou dois capítulos e depois só voltavam esporadicamente, mas aí é que está a confusão. Eram tantos que quando um voltava a aparecer eu já não me lembrava quem ele era nem qual a sua história. Para mim este foi o grande defeito do manga. No entanto devo também dizer que, a nível de personagens centrais, o autor conseguiu dar-lhes o destaque merecido e concluiu exemplarmente a história (dentro do estilo).
O enredo é completamente nonsense (tresloucado, mesmo!) e este é um manga que não pode nem deve ser levado a sério. Se o virmos pelo que é, até nos podemos divertir muito com as parvoíces em que O Maeda e as outras personagens se metem. Não esperem grandes mistérios, mas sim muita loucura e poderão sair agradavelmente surpreendidos.
A nível de desenho, é o que o autor nos habituou em trabalhos anteriores, mas fez-me grande impressão ver personagens demasiado parecidas com outras do Midori no Hibi, por exemplo. A nível de unicidade de desenho de personagens, o mangaka falha e muito. Mas em contrapartida sabe criar personalidades bastante distintas.
Resumindo, é um manga divertido para passar umas tardes relaxadas, mas sem nada que o destaque dos restantes. Acaba da melhor forma que seria possível numa história destas e tem algumas personagens memoráveis.
Este sábado, dia 1 de Outubro, vou ao IberAnime OPO 2011. Nunca fui a um evento destes e estou 'em pulgas'. Espero que valha a pena.
Mais alguém vai?
Vistem o site oficial. Entretanto, aqui fica o programa:
O anime Scrapped Princess data de 2003 e tem um total de 24 episódios.
É baseado nos livros (romances) de Ichiro Sakaki, publicados entre 1999 e 2005, num total de 13 volumes.
Sinopse (em inglês):
Pacifica Casull is the most feared and hated person by the followers of
the God Mauser. Known as the Scrapped Princess, she is the poison that
will destroy the world. To avoid being killed by the zealots of Mauser,
Pacifica and her adoptive brother and sister leave the village of
Manhurin. Her brother, Shannon, is an expert with the sword while
Racquel is proficient with magic. At every step of the way, however,
someone is constantly trying to kill Pacifica, hoping to somehow avert
the catastrophe that is supposed to befall the world on her 16th
birthday.
Quando se olha para as imagens, não se imagina que esta história tem uma grande vertente de ficção cientifica, mas é isso mesmo que se passa. Apesar de no início a trama se passar num cenário medieval, cedo percebemos que há algo mais.
No entanto "Scrapped Princess" é diferente da maioria dos outros animes de aventura e mesmo de ficção científica que já vi. Tem mechas, magia, religião, políticas monárquicas, estratégias de combate, seres de inteligência artificial, MAS nada disto define o anime. Este é feito da história e das personagens, de tal forma que é difícil defini-lo num estilo. Mas para quê catalogar algo quando se pode apreciá-lo somente?
Em termos de história, no início temos muita comédia à mistura, mas aos poucos a trama vai-se tornando cada vez mais densa e consequentemente mais séria. É um amadurecimento necessário e bem enquadrado, de forma a que quem vê se ajusta facilmente à mudança gradual.
O que mais gostei na trama, foi a capacidade que anime teve de nos fazer questionar certas coisas, que parecem básicas e de fácil resposta, mas na verdade não são. Ficamos sempre na dúvida sobre o que e certo e sobre o que é errado.
Será que os Peacemakers não têm razão em querer manter o mundo como está? Não seria melhor que a Pacifica
morresse e deixasse o mundo com está?
Estas e outras questões são centrais para o desenrolar da acção e nunca somos forçados a pensar de uma determinada maneira, sendo-nos antes apresentados os dois lados do combate, de forma a que cada um decida por si mesmo, quem lhe parece que tem razão.
Em termos de personagens, temos um leque bastante vasto, embora por vezes mascarado de estereótipos, consegue manter-se interessante e surpreendente até ao fim.
O que mais gostei neste anime foi a relação entre a Pacifica (a Scrapped Princess) e os irmãos, Raquel e Shannon. O irmão mais velho, Shannon, foi das personagens mais bem desenvolvidas do anime e a vontade inabalável dele em proteger a irmã, é dos grandes pilares da história. Já a Raquel não foi desenvolvida convenientemente, ao contrário do irmão. De certo modo acho que merecia mais profundidade, o que não aconteceu porque raramente nos mostraram as suas motivações (apesar de o seu afecto ser óbvio).
Já quanto à Pacifica, protagonista, achei-a uma personagem bastante irritante em certos momentos. É uma autêntica princesa com o complexo donzela em perigo, apesar de ter uma personalidade forte, não deixa de ser muitas vezes irritante e bastante burrinha (de tal modo que tinham de lhe explicar as coisas duas ou três vezes, para que ela percebesse). Ainda assim, no contexto geral a Pacifica até é uma boa personagem dentro e manteve-se sempre fiel a si mesma.
As minhas personagens favoritas foram o Fulle, o Shanon e das meninas, a Raquel. Também gostei muito do Chris e na baronesa
Um dos males do anime é que se foca no 'presente' das
personagens e, no caso do Shannon e mais ainda da Raquel, nunca nos é
dado a conhecer como ele é tão bom espadachim ela é tão boa feiticeira.
A meu ver esta informação era importante, embora a história tenha
funcionado sem ela.
A animação está muito boa, especialmente dentro do que passava naquela época (fazendo ainda assim recordar um pouco a animação dos anos 80). É fluída e acompanha muito bem a história. O desenho de personagens não é o mais imaginativo (especialmente em termos de vestuário), mas adaptamo-nos bem ao estilo e as personagens conseguem ser bastante distintas entre si. As cenas de acção também estão muito boas (embora avise já, que a acção não é tão frequente como seria de esperar num anime de aventura/ficção científica, mas que está lá somente quando é necessária) e o desenho dos mechas está bem interessante, embora nada se compare a Gundam, Macross , Evangelion ou Escaflowne, mas também os mechas não são o foco central deste "Scrapped Princess".
Quanto à banda sonora, acho que está muito bem adaptada.Não é nada de lendário, mas enquadra-se bem com a história e as cenas. A sequência de abertura está engraçada e a música não aborrece. O mesmo acontece com a sequência de fecho.
No geral, "Scrapped Princess" foi uma bela surpresa. Não contava gostar tanto do anime, nem chegar ao fim com as lágrimas nos olhos, mas a sensação de ter visto algo diferente. Não é um anime para todos, pois tem um compasso mais leve e mistura vários géneros, mas para quem se atrever a dar-lhe uma hipótese, tenho quase a certeza de que irá gostar.
Espero ler os romances do qual este anime foi adaptado (da autoria de Ichiro Sakaki), para poder rever a história e as personagens.
Recomendo! (vejam com as vozes originais, em japonês)
Nota: No final do episódio 18, chorei que nem um bebé. Uma personagem a quem me afeiçoei rapidamente morreu, apesar das poucas vezes que surgiu. Acho que vir o anime vai sentir algo com esta morte. Não revelo nomes para mão criar um grande spoiler, mas eu já suspeitava que essa persoangem ia morrer, logo desde a primeira vez que apareceu. Ainda assim foi uma pena ... :(