24 dezembro, 2011
10 dezembro, 2011
Get Love - Manga
Get Love!! (também conhecido por Get Goal!!)é um manga de Go Ikeyamada. No total tem 30 capítulos reunidos em 7 volumes.
Sinopse (em inglês):
Originalmente este manga era de um volume, e adorei-o. Só mais tarde soube que tinha sido serializado, e decidi ler, mas maldita hora em que o fiz, pois ao esticarem a história mais do que o suposto, estragaram tudo, enchendo os capítulos com cenas ridículas.
Foi extremamente estúpido quando, num determinado capítulo, a Miki confundiu o irmão do namorado pelo namorado e quase teve sexo com ele.- Sinceramente! Quem fazia uma confusão dessas quando eles nem são irmãos gémeos? Que parvoíce!
Por isso em termos de história, praticamente só primeiro volume se safou e os restantes nada mais foram do que tentativas patéticas de "fazer render o peixe" e que, pelo menos para mim, estragaram o manga. Pois por mais amoroso que fosse o romance entre os dois protagonistas, todas as «reviravoltas' eram clichés estúpidos e muitas vezes criminosos mesmo, que não eram levados com a seriedade que seria de esperar. O pior dos quais não deverá ter sido a aposta que fizeram com uma outra equipa de futebol, em que se perdessem, a Miki teria de servir sexualmente a equipa adversária. É imbecil!
E, termos de desenho, quem conhece os outros trabalhos da mangaka já deverá estar habituado ao estilo.
Os rapazes parecem quase todos iguais e facilmente se confunde uns com outros. E com as raparigas acontece o mesmo, especialmente porque esta mangaka, em todos os seus trabalhos, tem protagonistas demasiado semelhantes.Ainda assim as personagens são todas bastante adoráveis e os chibi são muito giros.
Resumindo, depois de um primeiro volume muito divertido e 'fofo', o manga esticou-se por mais seis volumes que pouco mais foram do que desculpas idiotas para fazer a 'mina' durar. Não gostei dos desenvolvimentos (muitas vezes imbecis) e preferia ter apenas conhecido este manga pelos primeiros capítulos. Certamente teria saído com uma visão mais satisfatória deste trabalho de Go Ikeyamada.
Sinopse (em inglês):
Sagara Yuki is a high school student who's shorter than all the other guys in his class. Moriyama Miki is the girl who admires him despite his small stature. Follow the hijinks and the romance between Sagara and Moriyama as they become closer and conquer the obstacles to their love! Was soccer mentioned?
Originalmente este manga era de um volume, e adorei-o. Só mais tarde soube que tinha sido serializado, e decidi ler, mas maldita hora em que o fiz, pois ao esticarem a história mais do que o suposto, estragaram tudo, enchendo os capítulos com cenas ridículas.
Foi extremamente estúpido quando, num determinado capítulo, a Miki confundiu o irmão do namorado pelo namorado e quase teve sexo com ele.- Sinceramente! Quem fazia uma confusão dessas quando eles nem são irmãos gémeos? Que parvoíce!
Por isso em termos de história, praticamente só primeiro volume se safou e os restantes nada mais foram do que tentativas patéticas de "fazer render o peixe" e que, pelo menos para mim, estragaram o manga. Pois por mais amoroso que fosse o romance entre os dois protagonistas, todas as «reviravoltas' eram clichés estúpidos e muitas vezes criminosos mesmo, que não eram levados com a seriedade que seria de esperar. O pior dos quais não deverá ter sido a aposta que fizeram com uma outra equipa de futebol, em que se perdessem, a Miki teria de servir sexualmente a equipa adversária. É imbecil!
E, termos de desenho, quem conhece os outros trabalhos da mangaka já deverá estar habituado ao estilo.
Os rapazes parecem quase todos iguais e facilmente se confunde uns com outros. E com as raparigas acontece o mesmo, especialmente porque esta mangaka, em todos os seus trabalhos, tem protagonistas demasiado semelhantes.Ainda assim as personagens são todas bastante adoráveis e os chibi são muito giros.
Resumindo, depois de um primeiro volume muito divertido e 'fofo', o manga esticou-se por mais seis volumes que pouco mais foram do que desculpas idiotas para fazer a 'mina' durar. Não gostei dos desenvolvimentos (muitas vezes imbecis) e preferia ter apenas conhecido este manga pelos primeiros capítulos. Certamente teria saído com uma visão mais satisfatória deste trabalho de Go Ikeyamada.
09 dezembro, 2011
Ai Kora - Manga
Sinopse (em Inglês):
Maeda Hachibei is peculiar, because, when most males lusting after gorgeous females, he instead lusts after discrete parts. When he relocates to Tokyo to attend school, he finds himself living in a dormitory with five females, each possessing a distinct ideal physical trait he desires: gorgeous blue eyes, bullet-train breasts, a deep dulcet voice, and straight "anime-esque" legs. Can he manage to keep his wits when these women surround him? Although you would not be completely incorrect if you believe this is like Love Hina… Hachibei is no Keitaro. (Source: Musashi Quality)
Vol.12 contains the oneshot "The Boy Who Heard Too Much", written before Inoue Kazurou was a serialised mangaka. It was later reworked into the basis for 'Heat Wave'.
Tendo adorado o anterior trabalho deste mangaka (Midori no Hibi) foi com grandes expectativas que peguei neste Ai Kora. Infelizmente, a meu ver, este não chega aos calcanhares do Midori No Hibi. Mas em vez de estar aqui a fazer comparações, vou mas é falar realmente no que gostei e não gostei neste Ai Kora.
Para começar gostei muito do Maeda (protagonista). Ele é bizarro, disso não há dúvida. Além disso é um pervertido, mas a verdade é que é também uma personagem extremamente consistente e bem construída. Além do mais é bom ter um protagonista que é confiante, apesar de muito estranho, mas que ainda assim tem um bom coração e está disposto a tudo para proteger aquilo de que realmente gosta. Também algumas das outras personagens principais são dignas de nota, nomeadamente a Tenmaku e a Ootori, personagens por as quais acabei por torcer de uma forma ou de outra e que foram sendo convenientemente desenvolvidas ao longo da história.
Tenho no entanto de dizer que achei que, neste manga, o autor introduziu demasiadas personagens. Claro que muitas apreciam em um ou dois capítulos e depois só voltavam esporadicamente, mas aí é que está a confusão. Eram tantos que quando um voltava a aparecer eu já não me lembrava quem ele era nem qual a sua história. Para mim este foi o grande defeito do manga. No entanto devo também dizer que, a nível de personagens centrais, o autor conseguiu dar-lhes o destaque merecido e concluiu exemplarmente a história (dentro do estilo).
O enredo é completamente nonsense (tresloucado, mesmo!) e este é um manga que não pode nem deve ser levado a sério. Se o virmos pelo que é, até nos podemos divertir muito com as parvoíces em que O Maeda e as outras personagens se metem. Não esperem grandes mistérios, mas sim muita loucura e poderão sair agradavelmente surpreendidos.
A nível de desenho, é o que o autor nos habituou em trabalhos anteriores, mas fez-me grande impressão ver personagens demasiado parecidas com outras do Midori no Hibi, por exemplo. A nível de unicidade de desenho de personagens, o mangaka falha e muito. Mas em contrapartida sabe criar personalidades bastante distintas.
Resumindo, é um manga divertido para passar umas tardes relaxadas, mas sem nada que o destaque dos restantes. Acaba da melhor forma que seria possível numa história destas e tem algumas personagens memoráveis.
28 setembro, 2011
IberAnime OPO 2011
Este sábado, dia 1 de Outubro, vou ao IberAnime OPO 2011. Nunca fui a um evento destes e estou 'em pulgas'. Espero que valha a pena. Mais alguém vai? Vistem o site oficial. Entretanto, aqui fica o programa:
06 setembro, 2011
Scrapped Princess
O anime Scrapped Princess data de 2003 e tem um total de 24 episódios.
É baseado nos livros (romances) de Ichiro Sakaki, publicados entre 1999 e 2005, num total de 13 volumes.
Sinopse (em inglês):
Quando se olha para as imagens, não se imagina que esta história tem uma grande vertente de ficção cientifica, mas é isso mesmo que se passa. Apesar de no início a trama se passar num cenário medieval, cedo percebemos que há algo mais.
No entanto "Scrapped Princess" é diferente da maioria dos outros animes de aventura e mesmo de ficção científica que já vi. Tem mechas, magia, religião, políticas monárquicas, estratégias de combate, seres de inteligência artificial, MAS nada disto define o anime. Este é feito da história e das personagens, de tal forma que é difícil defini-lo num estilo. Mas para quê catalogar algo quando se pode apreciá-lo somente?
Em termos de história, no início temos muita comédia à mistura, mas aos poucos a trama vai-se tornando cada vez mais densa e consequentemente mais séria. É um amadurecimento necessário e bem enquadrado, de forma a que quem vê se ajusta facilmente à mudança gradual.
O que mais gostei na trama, foi a capacidade que anime teve de nos fazer questionar certas coisas, que parecem básicas e de fácil resposta, mas na verdade não são. Ficamos sempre na dúvida sobre o que e certo e sobre o que é errado. Será que os Peacemakers não têm razão em querer manter o mundo como está? Não seria melhor que a Pacifica morresse e deixasse o mundo com está?
Estas e outras questões são centrais para o desenrolar da acção e nunca somos forçados a pensar de uma determinada maneira, sendo-nos antes apresentados os dois lados do combate, de forma a que cada um decida por si mesmo, quem lhe parece que tem razão.
Em termos de personagens, temos um leque bastante vasto, embora por vezes mascarado de estereótipos, consegue manter-se interessante e surpreendente até ao fim.
O que mais gostei neste anime foi a relação entre a Pacifica (a Scrapped Princess) e os irmãos, Raquel e Shannon. O irmão mais velho, Shannon, foi das personagens mais bem desenvolvidas do anime e a vontade inabalável dele em proteger a irmã, é dos grandes pilares da história. Já a Raquel não foi desenvolvida convenientemente, ao contrário do irmão. De certo modo acho que merecia mais profundidade, o que não aconteceu porque raramente nos mostraram as suas motivações (apesar de o seu afecto ser óbvio).
Já quanto à Pacifica, protagonista, achei-a uma personagem bastante irritante em certos momentos. É uma autêntica princesa com o complexo donzela em perigo, apesar de ter uma personalidade forte, não deixa de ser muitas vezes irritante e bastante burrinha (de tal modo que tinham de lhe explicar as coisas duas ou três vezes, para que ela percebesse). Ainda assim, no contexto geral a Pacifica até é uma boa personagem dentro e manteve-se sempre fiel a si mesma.
As minhas personagens favoritas foram o Fulle, o Shanon e das meninas, a Raquel. Também gostei muito do Chris e na baronesa
Um dos males do anime é que se foca no 'presente' das personagens e, no caso do Shannon e mais ainda da Raquel, nunca nos é dado a conhecer como ele é tão bom espadachim ela é tão boa feiticeira. A meu ver esta informação era importante, embora a história tenha funcionado sem ela.
A animação está muito boa, especialmente dentro do que passava naquela época (fazendo ainda assim recordar um pouco a animação dos anos 80). É fluída e acompanha muito bem a história. O desenho de personagens não é o mais imaginativo (especialmente em termos de vestuário), mas adaptamo-nos bem ao estilo e as personagens conseguem ser bastante distintas entre si. As cenas de acção também estão muito boas (embora avise já, que a acção não é tão frequente como seria de esperar num anime de aventura/ficção científica, mas que está lá somente quando é necessária) e o desenho dos mechas está bem interessante, embora nada se compare a Gundam, Macross , Evangelion ou Escaflowne, mas também os mechas não são o foco central deste "Scrapped Princess".
Quanto à banda sonora, acho que está muito bem adaptada.Não é nada de lendário, mas enquadra-se bem com a história e as cenas. A sequência de abertura está engraçada e a música não aborrece. O mesmo acontece com a sequência de fecho.
No geral, "Scrapped Princess" foi uma bela surpresa. Não contava gostar tanto do anime, nem chegar ao fim com as lágrimas nos olhos, mas a sensação de ter visto algo diferente. Não é um anime para todos, pois tem um compasso mais leve e mistura vários géneros, mas para quem se atrever a dar-lhe uma hipótese, tenho quase a certeza de que irá gostar.
Espero ler os romances do qual este anime foi adaptado (da autoria de Ichiro Sakaki), para poder rever a história e as personagens.
Recomendo! (vejam com as vozes originais, em japonês)
Nota: No final do episódio 18, chorei que nem um bebé. Uma personagem a quem me afeiçoei rapidamente morreu, apesar das poucas vezes que surgiu. Acho que vir o anime vai sentir algo com esta morte. Não revelo nomes para mão criar um grande spoiler, mas eu já suspeitava que essa persoangem ia morrer, logo desde a primeira vez que apareceu. Ainda assim foi uma pena ... :(
Trailer, como vozes em inglês:
É baseado nos livros (romances) de Ichiro Sakaki, publicados entre 1999 e 2005, num total de 13 volumes.
Sinopse (em inglês):
Pacifica Casull is the most feared and hated person by the followers of
the God Mauser. Known as the Scrapped Princess, she is the poison that
will destroy the world. To avoid being killed by the zealots of Mauser,
Pacifica and her adoptive brother and sister leave the village of
Manhurin. Her brother, Shannon, is an expert with the sword while
Racquel is proficient with magic. At every step of the way, however,
someone is constantly trying to kill Pacifica, hoping to somehow avert
the catastrophe that is supposed to befall the world on her 16th
birthday.
Quando se olha para as imagens, não se imagina que esta história tem uma grande vertente de ficção cientifica, mas é isso mesmo que se passa. Apesar de no início a trama se passar num cenário medieval, cedo percebemos que há algo mais.
No entanto "Scrapped Princess" é diferente da maioria dos outros animes de aventura e mesmo de ficção científica que já vi. Tem mechas, magia, religião, políticas monárquicas, estratégias de combate, seres de inteligência artificial, MAS nada disto define o anime. Este é feito da história e das personagens, de tal forma que é difícil defini-lo num estilo. Mas para quê catalogar algo quando se pode apreciá-lo somente?
Em termos de história, no início temos muita comédia à mistura, mas aos poucos a trama vai-se tornando cada vez mais densa e consequentemente mais séria. É um amadurecimento necessário e bem enquadrado, de forma a que quem vê se ajusta facilmente à mudança gradual.
O que mais gostei na trama, foi a capacidade que anime teve de nos fazer questionar certas coisas, que parecem básicas e de fácil resposta, mas na verdade não são. Ficamos sempre na dúvida sobre o que e certo e sobre o que é errado. Será que os Peacemakers não têm razão em querer manter o mundo como está? Não seria melhor que a Pacifica morresse e deixasse o mundo com está?
Estas e outras questões são centrais para o desenrolar da acção e nunca somos forçados a pensar de uma determinada maneira, sendo-nos antes apresentados os dois lados do combate, de forma a que cada um decida por si mesmo, quem lhe parece que tem razão.
Em termos de personagens, temos um leque bastante vasto, embora por vezes mascarado de estereótipos, consegue manter-se interessante e surpreendente até ao fim.
O que mais gostei neste anime foi a relação entre a Pacifica (a Scrapped Princess) e os irmãos, Raquel e Shannon. O irmão mais velho, Shannon, foi das personagens mais bem desenvolvidas do anime e a vontade inabalável dele em proteger a irmã, é dos grandes pilares da história. Já a Raquel não foi desenvolvida convenientemente, ao contrário do irmão. De certo modo acho que merecia mais profundidade, o que não aconteceu porque raramente nos mostraram as suas motivações (apesar de o seu afecto ser óbvio).
Já quanto à Pacifica, protagonista, achei-a uma personagem bastante irritante em certos momentos. É uma autêntica princesa com o complexo donzela em perigo, apesar de ter uma personalidade forte, não deixa de ser muitas vezes irritante e bastante burrinha (de tal modo que tinham de lhe explicar as coisas duas ou três vezes, para que ela percebesse). Ainda assim, no contexto geral a Pacifica até é uma boa personagem dentro e manteve-se sempre fiel a si mesma.
As minhas personagens favoritas foram o Fulle, o Shanon e das meninas, a Raquel. Também gostei muito do Chris e na baronesa
Um dos males do anime é que se foca no 'presente' das personagens e, no caso do Shannon e mais ainda da Raquel, nunca nos é dado a conhecer como ele é tão bom espadachim ela é tão boa feiticeira. A meu ver esta informação era importante, embora a história tenha funcionado sem ela.
A animação está muito boa, especialmente dentro do que passava naquela época (fazendo ainda assim recordar um pouco a animação dos anos 80). É fluída e acompanha muito bem a história. O desenho de personagens não é o mais imaginativo (especialmente em termos de vestuário), mas adaptamo-nos bem ao estilo e as personagens conseguem ser bastante distintas entre si. As cenas de acção também estão muito boas (embora avise já, que a acção não é tão frequente como seria de esperar num anime de aventura/ficção científica, mas que está lá somente quando é necessária) e o desenho dos mechas está bem interessante, embora nada se compare a Gundam, Macross , Evangelion ou Escaflowne, mas também os mechas não são o foco central deste "Scrapped Princess".
Quanto à banda sonora, acho que está muito bem adaptada.Não é nada de lendário, mas enquadra-se bem com a história e as cenas. A sequência de abertura está engraçada e a música não aborrece. O mesmo acontece com a sequência de fecho.
No geral, "Scrapped Princess" foi uma bela surpresa. Não contava gostar tanto do anime, nem chegar ao fim com as lágrimas nos olhos, mas a sensação de ter visto algo diferente. Não é um anime para todos, pois tem um compasso mais leve e mistura vários géneros, mas para quem se atrever a dar-lhe uma hipótese, tenho quase a certeza de que irá gostar.
Espero ler os romances do qual este anime foi adaptado (da autoria de Ichiro Sakaki), para poder rever a história e as personagens.
Recomendo! (vejam com as vozes originais, em japonês)
Nota: No final do episódio 18, chorei que nem um bebé. Uma personagem a quem me afeiçoei rapidamente morreu, apesar das poucas vezes que surgiu. Acho que vir o anime vai sentir algo com esta morte. Não revelo nomes para mão criar um grande spoiler, mas eu já suspeitava que essa persoangem ia morrer, logo desde a primeira vez que apareceu. Ainda assim foi uma pena ... :(
Trailer, como vozes em inglês:
19 agosto, 2011
Kimi ni Todoke - temporada 1
Kimi ni Todoke (temporada 1) é um anime shoujo, baseado no manga com o mesmo nome, de Karuno Shiira.
A primeira temporada, que foi única que vi até agora, tem 25 episódios e passou nas televisões japonesas entre 2009 e 2010. A segunda temporada (que planeio ver em breve) tem 12 episódios mais extras, e passou em 2011.
Sinopse, em Inglês:
Kuronuma Sawako is completely misunderstood by her classmates. Her timid and sweet demeanor is often mistaken for malicious behavior. This is due to her resemblance to the ghost girl from "The Ring", which has led her peers to give her the nickname Sadako. Longing to make friends and live a normal life, she is naturally drawn to Kazehaya Shouta, the most popular guy in class, whose "100% refreshing" personality earns him great admiration from Sawako. So when Kazehaya starts talking to her, maybe there is hope for the friendships Sawako has always longed for. Maybe...there is even a little hope for some romance in her future.
Não é segredo que gostei deste manga logo a partir do início, daí a minha vontade de que o anime conseguisse ser igualmente bom. Felizmente é isso mesmo que acontece na adaptação animada.
O ponto forte do manga eram as personagens e o ambiente calmo e quase normal da história, fazendo com que parecesse quase ordinário, mas ao mesmo tempo fosse muito especial. O anime conseguiu captar esse ambiente na perfeição, não só porque escolheu seguir quase à letra todos os acontecimentos do manga, mas também pela limpidez da animação e a escolha de cores, assim como pelos lindos fundos.
Como já deve ser óbvio nesta altura, a essência da história mantém-se intocada, arriscando mesmo dizer que será dos animes mais fieis ao manga original, que já vi até hoje. Esta foi a escolha acertada, neste caso, não só porque sou fã do manga (e dessa forma poderia estar influenciada), mas porque em si a história do manga já é perfeita e adicionar-lhe coisas só iria estragar a fluidez da história.
Há que referir que, apesar de este ser um manga romântico, o que lhe dá vida não é somente o desabrochar da relação entre as duas personagens principais, mas sim as amizades que vão-se abrindo pelo caminho. No fundo esta é a história de como Sadako passou de solitária, a uma rapariga cheia de amigos e apaixonada. A beleza da história está aí mesmo, pois é o facto de ela se aproximar do Kazehaya (que mais tarde se torna no seu apaixonado) que faz com que ela também faça novos amigos.
É de referir também que as personagens são todas fabulosas. Não só ganhamos um carinho muito especial pela Sadako e pelo Kazehaya, como também pela Ayane, a Chizu, o Ryuu e até a Kurumi. Esta facilidade com que o/a mangaka consegue fazer-nos simpatizar com as personagens, consegue mesmo apanhar-nos de surpresa.
A animação é soberba! Em shoujos, especialmente nos românticos, é raro ver-se tal beleza com tanta simplicidade (se bem que hoje em dia já se vá encontrando alguns muito belos, como Bokura ga Ita ou Lovely Complex). Os traços são muito simples, mantendo-se também estes fiéis ao manga original. As cores são bastante vivas, mas ao mesmo tempo calmas. Os fundos estão soberbos, e dei por mim a fixar várias vezes o ecrã, imersa na vivacidade destes.
A banda sonora é bastante boa, adequando-se perfeitamente ao estilo do anime e às cenas. A sequência de abertura é bastante suave, mas acho que é perfeita para o anime, e a sequência de fecho é absolutamente linda, não só em termos de animação, como especialmente na melodia.
Os seyuus (actores que dão voz às personagens) forma também muito bem escolhidos e facilmente os ligamos às personagens. Gostei especialmente dos seyuus da Chizu e do Ryuu, por alguma razão.
Só tenho um ponto negativo a apontar. É que não vi necessidade nenhuma de, a meio da temporada, meterem um episódio de resumo. Isto agora parece ser recorrente nos animes, mas é super-aborrecido.. Se o anime fosse de 52 episódios, eu compreendia, mas na altura tinha para aí 12.
Terminando, posso dizer isto sem problemas, pois ver o anime é uma bela alternativa a ler o manga, embora não seja mau ver os dois. Pessoalmente seguirei o manga e também o anime, mas quem preferir ver a ler, o anime é tão fiel que acaba por ser uma opção, ao contrário de outras adaptações. Recomendadíssimo!
Trailer:
A primeira temporada, que foi única que vi até agora, tem 25 episódios e passou nas televisões japonesas entre 2009 e 2010. A segunda temporada (que planeio ver em breve) tem 12 episódios mais extras, e passou em 2011.
Sinopse, em Inglês:
Kuronuma Sawako is completely misunderstood by her classmates. Her timid and sweet demeanor is often mistaken for malicious behavior. This is due to her resemblance to the ghost girl from "The Ring", which has led her peers to give her the nickname Sadako. Longing to make friends and live a normal life, she is naturally drawn to Kazehaya Shouta, the most popular guy in class, whose "100% refreshing" personality earns him great admiration from Sawako. So when Kazehaya starts talking to her, maybe there is hope for the friendships Sawako has always longed for. Maybe...there is even a little hope for some romance in her future.
Não é segredo que gostei deste manga logo a partir do início, daí a minha vontade de que o anime conseguisse ser igualmente bom. Felizmente é isso mesmo que acontece na adaptação animada.
O ponto forte do manga eram as personagens e o ambiente calmo e quase normal da história, fazendo com que parecesse quase ordinário, mas ao mesmo tempo fosse muito especial. O anime conseguiu captar esse ambiente na perfeição, não só porque escolheu seguir quase à letra todos os acontecimentos do manga, mas também pela limpidez da animação e a escolha de cores, assim como pelos lindos fundos.
Como já deve ser óbvio nesta altura, a essência da história mantém-se intocada, arriscando mesmo dizer que será dos animes mais fieis ao manga original, que já vi até hoje. Esta foi a escolha acertada, neste caso, não só porque sou fã do manga (e dessa forma poderia estar influenciada), mas porque em si a história do manga já é perfeita e adicionar-lhe coisas só iria estragar a fluidez da história.
Há que referir que, apesar de este ser um manga romântico, o que lhe dá vida não é somente o desabrochar da relação entre as duas personagens principais, mas sim as amizades que vão-se abrindo pelo caminho. No fundo esta é a história de como Sadako passou de solitária, a uma rapariga cheia de amigos e apaixonada. A beleza da história está aí mesmo, pois é o facto de ela se aproximar do Kazehaya (que mais tarde se torna no seu apaixonado) que faz com que ela também faça novos amigos.
É de referir também que as personagens são todas fabulosas. Não só ganhamos um carinho muito especial pela Sadako e pelo Kazehaya, como também pela Ayane, a Chizu, o Ryuu e até a Kurumi. Esta facilidade com que o/a mangaka consegue fazer-nos simpatizar com as personagens, consegue mesmo apanhar-nos de surpresa.
A animação é soberba! Em shoujos, especialmente nos românticos, é raro ver-se tal beleza com tanta simplicidade (se bem que hoje em dia já se vá encontrando alguns muito belos, como Bokura ga Ita ou Lovely Complex). Os traços são muito simples, mantendo-se também estes fiéis ao manga original. As cores são bastante vivas, mas ao mesmo tempo calmas. Os fundos estão soberbos, e dei por mim a fixar várias vezes o ecrã, imersa na vivacidade destes.
A banda sonora é bastante boa, adequando-se perfeitamente ao estilo do anime e às cenas. A sequência de abertura é bastante suave, mas acho que é perfeita para o anime, e a sequência de fecho é absolutamente linda, não só em termos de animação, como especialmente na melodia.
Os seyuus (actores que dão voz às personagens) forma também muito bem escolhidos e facilmente os ligamos às personagens. Gostei especialmente dos seyuus da Chizu e do Ryuu, por alguma razão.
Só tenho um ponto negativo a apontar. É que não vi necessidade nenhuma de, a meio da temporada, meterem um episódio de resumo. Isto agora parece ser recorrente nos animes, mas é super-aborrecido.. Se o anime fosse de 52 episódios, eu compreendia, mas na altura tinha para aí 12.
Terminando, posso dizer isto sem problemas, pois ver o anime é uma bela alternativa a ler o manga, embora não seja mau ver os dois. Pessoalmente seguirei o manga e também o anime, mas quem preferir ver a ler, o anime é tão fiel que acaba por ser uma opção, ao contrário de outras adaptações. Recomendadíssimo!
Trailer:
18 agosto, 2011
Girlfriend - Manga
Girlfriend é um manga escrito por Masaya Hokazono e desenhado por Court Betten.
Tem um total de 26 capítulos, distribuídos em 5 volumes.
Estes reúnem várias histórias curtas, algumas das quais têm continuações esporádicas espalhadas por vários volume.
Este é um manga um pouco sexista, na medida em que, por norma, as mulheres são as más-da-fita nas relações. No entanto é uma visão diferente do costume e mostra vários tipos de relações, de uma forma curiosa. Aqui as mulheres são as que 'usam calças' e isso pode ser visto de várias formas, por leitores diferentes. Pessoalmente achei muito interessante os diferentes tipos de relacionamentos.
Atenção, tem sexo, mas não é muito gráfico (na medida em que não se vê quase nada), no entanto não recomendo, de todo, aos mais novos. Afinal isto é para maiores de 18 por alguma razão.. Também convém mencionar que estes não são os romances comuns, pois temos traições, um pouco de sado-maso (muito light) e outros temas mais maduros. Daí não ser um romance, mas antes um retrato de várias relação amorosas.
Assim, em termos de trama, temos quadros bastante distintos, mas não menos interessantes. O autor conseguiu abranger um vasto leque de personagens e situações, de forma a que o leitor não sinta que está a ler a sempre a mesma coisa. No entanto, é de ter em conta que estas histórias envolvem todas gente muito nova (acabados de fazer 18 e por aí), daí que a maturidade das personagens chegue apenas até um certo ponto.
Houve apenas duas histórias (que me recorde), das quais não gostei nada, e que me deixaram até desconfortável. Uma envolvia um jovem-adulto e a sua madrasta, outro envolvia um casal de namorados universitários e a irmã mais nova da rapariga). Estes dois não gostei, e se soubesse o que me esperava, tê-los-ia passado à frente completamente. (já não me recordo se nos primeiros volumes havia alguma outra história que me tivesse deixado desconfortável, por isso é possível que me esteja a esquecer de alguma.
Confesso que também não gostei da última história, por razões diferente, pois pareceu-me desnecessária e até acho que arruinou um pouco as prequelas (este último é uma continuação de outras histórias em outros volumes) . No entanto não vou dizer que esse único capítulo tenha estragado a minha visão do manga como um todo, pois este só tem impacto sobre duas das muitas histórias contadas.
A arte está soberba. As personagens, apesar de terem traços semelhantes, são bastante distintas (especialmente em termos de personalidade, mas também em pequenos detalhes nos desenhos) e conseguem facilmente separar-se uma história das outras. O traço limpo e as expressões fortes, também ajudam a que este manga seja muito bonito e - um bónus - anatomicamente correcto.
Acho que o tempo que fiquei à espera dos últimos volumes, foi um pouco longo demais, já que me lembro perfeitamente de gostar muito dos primeiros volumes do manga, enquanto que estes últimos apenas me deixaram amena. Ou talvez isto tenha sido mesmo um acto propositado dos mangakas, que decidiram quebrar mais barreira à medida que os volumes iam aumentando.
No geral, posso recomendar a quem não se importe de ler sobre relações, mais do que propriamente sobre o amor (e que tenha mente aberta, pelo menos até certo ponto). Há muita disfuncionalidade incluída nestes volumes, mas acho que a variedade também é uma coisa boa, quando usadas de forma inteligente. Tentem é não levar isto muito a sério e se alguma história vos incomodar, passem à frente essa história, pois a seguinte será provavelmente melhor.
Tem um total de 26 capítulos, distribuídos em 5 volumes.
Estes reúnem várias histórias curtas, algumas das quais têm continuações esporádicas espalhadas por vários volume.
Este é um manga um pouco sexista, na medida em que, por norma, as mulheres são as más-da-fita nas relações. No entanto é uma visão diferente do costume e mostra vários tipos de relações, de uma forma curiosa. Aqui as mulheres são as que 'usam calças' e isso pode ser visto de várias formas, por leitores diferentes. Pessoalmente achei muito interessante os diferentes tipos de relacionamentos.
Atenção, tem sexo, mas não é muito gráfico (na medida em que não se vê quase nada), no entanto não recomendo, de todo, aos mais novos. Afinal isto é para maiores de 18 por alguma razão.. Também convém mencionar que estes não são os romances comuns, pois temos traições, um pouco de sado-maso (muito light) e outros temas mais maduros. Daí não ser um romance, mas antes um retrato de várias relação amorosas.
Assim, em termos de trama, temos quadros bastante distintos, mas não menos interessantes. O autor conseguiu abranger um vasto leque de personagens e situações, de forma a que o leitor não sinta que está a ler a sempre a mesma coisa. No entanto, é de ter em conta que estas histórias envolvem todas gente muito nova (acabados de fazer 18 e por aí), daí que a maturidade das personagens chegue apenas até um certo ponto.
Houve apenas duas histórias (que me recorde), das quais não gostei nada, e que me deixaram até desconfortável. Uma envolvia um jovem-adulto e a sua madrasta, outro envolvia um casal de namorados universitários e a irmã mais nova da rapariga). Estes dois não gostei, e se soubesse o que me esperava, tê-los-ia passado à frente completamente. (já não me recordo se nos primeiros volumes havia alguma outra história que me tivesse deixado desconfortável, por isso é possível que me esteja a esquecer de alguma.
Confesso que também não gostei da última história, por razões diferente, pois pareceu-me desnecessária e até acho que arruinou um pouco as prequelas (este último é uma continuação de outras histórias em outros volumes) . No entanto não vou dizer que esse único capítulo tenha estragado a minha visão do manga como um todo, pois este só tem impacto sobre duas das muitas histórias contadas.
A arte está soberba. As personagens, apesar de terem traços semelhantes, são bastante distintas (especialmente em termos de personalidade, mas também em pequenos detalhes nos desenhos) e conseguem facilmente separar-se uma história das outras. O traço limpo e as expressões fortes, também ajudam a que este manga seja muito bonito e - um bónus - anatomicamente correcto.
Acho que o tempo que fiquei à espera dos últimos volumes, foi um pouco longo demais, já que me lembro perfeitamente de gostar muito dos primeiros volumes do manga, enquanto que estes últimos apenas me deixaram amena. Ou talvez isto tenha sido mesmo um acto propositado dos mangakas, que decidiram quebrar mais barreira à medida que os volumes iam aumentando.
No geral, posso recomendar a quem não se importe de ler sobre relações, mais do que propriamente sobre o amor (e que tenha mente aberta, pelo menos até certo ponto). Há muita disfuncionalidade incluída nestes volumes, mas acho que a variedade também é uma coisa boa, quando usadas de forma inteligente. Tentem é não levar isto muito a sério e se alguma história vos incomodar, passem à frente essa história, pois a seguinte será provavelmente melhor.
16 agosto, 2011
Kakko Warukute Kakkoii Kimi - Manga
Kakko Warukute Kakkoii Kimi é um manga shounen-ai com arte de Kai Asou e argumento de Arika Kuga.
Sinopse em Inglês:
Apesar de a premissa inicial ser um pouco ... estranha (digamos assim), a verdade é que este manga consegue ser bastante interessante e até maduro.
Uma coisa boa é que nenhum dos dois homens age como uma rapariga. O meu grande problema com o shounen-ai é que, pelo menos, um dos homens age quase sempre como uma menina mimada. Felizmente, neste isto não acontece. Os dois sentem insegurança e até escondem as suas incertezas um do outro, mas a determinada altura acabam sempre por conversar como dois adultos e resolver os problemas. Não só isto é uma lufada de ar fresco, como mostra uma certa maturidade das personagens. Claro que também eles têm os seus momentos, ou não fosse o primeiro capítulo umas das desculpas mais esfarrapadas que eu já li, mas ao mesmo tempo é bastante ... masculino. Afinal os homens não falam tão abertamente dos seus problemas e dúvidas como as mulheres (claro que há excepções) .
Devo avisar, no entanto, quem não sabe, que este manga fala sobre um relacionamento homossexual (daí a expressão shounen-ai), por isso quem não estiver aberto a tais história, é melhor nem ler. Outro alerta é que este manga tem algumas cenas mais ... sensuais, por isso os mais sensíveis podem fazer uma de duas coisas. Ou não lêem, ou então passam à frente essas páginas (como eu já fiz).
Não sou grande conhecedora do género, mas acho que este manga pode ser um bom ponto de partida para quem tenha curiosidade sobre o shounen-ai (mas o melhor, a meu ver, é mesmo o "Seven Days").
No geral, é um manga engraçado, que tem bons momentos e dois protagonistas que vão amadurecendo com a história. Pessoalmente gostei, embora não seja dos meus favoritos. Foi uma leitura curiosa, que conta com um relacionamento bem construído e sólido.
Sinopse em Inglês:
Ever since they were little, Yukihisa and Takashi have always been together. However, Takashi recently started acting strange towards Yukihisa by refusing to come near of Yukihisa, baffling him. Takashi offers no explaination for his actions, causing Yukihisa to be filled with doubts about their friendship. What can Takashi be hiding from Yukihisa that's causing him to keep 1 meter away from him?
Apesar de a premissa inicial ser um pouco ... estranha (digamos assim), a verdade é que este manga consegue ser bastante interessante e até maduro.
Uma coisa boa é que nenhum dos dois homens age como uma rapariga. O meu grande problema com o shounen-ai é que, pelo menos, um dos homens age quase sempre como uma menina mimada. Felizmente, neste isto não acontece. Os dois sentem insegurança e até escondem as suas incertezas um do outro, mas a determinada altura acabam sempre por conversar como dois adultos e resolver os problemas. Não só isto é uma lufada de ar fresco, como mostra uma certa maturidade das personagens. Claro que também eles têm os seus momentos, ou não fosse o primeiro capítulo umas das desculpas mais esfarrapadas que eu já li, mas ao mesmo tempo é bastante ... masculino. Afinal os homens não falam tão abertamente dos seus problemas e dúvidas como as mulheres (claro que há excepções) .
Devo avisar, no entanto, quem não sabe, que este manga fala sobre um relacionamento homossexual (daí a expressão shounen-ai), por isso quem não estiver aberto a tais história, é melhor nem ler. Outro alerta é que este manga tem algumas cenas mais ... sensuais, por isso os mais sensíveis podem fazer uma de duas coisas. Ou não lêem, ou então passam à frente essas páginas (como eu já fiz).
Não sou grande conhecedora do género, mas acho que este manga pode ser um bom ponto de partida para quem tenha curiosidade sobre o shounen-ai (mas o melhor, a meu ver, é mesmo o "Seven Days").
No geral, é um manga engraçado, que tem bons momentos e dois protagonistas que vão amadurecendo com a história. Pessoalmente gostei, embora não seja dos meus favoritos. Foi uma leitura curiosa, que conta com um relacionamento bem construído e sólido.
13 agosto, 2011
Akaboshi - Ibun Suikoden - Manga
Akaboshi - Ibun Suikoden (Morning Star) é uma manga de Youichi Amano. Tem um total de 24 capítulos, reunidos em 3 volumes, e foi publicado na revista Shounen Jump (Semanal) durante o ano de 2009.
Esta história tem lugar na China, após uma guerra que durou 70 anos. Sinopse em Inglês:
Também achei ridículo o protagonista, Taisou, ter conseguido fazer em 30 minutos, o que os outros demoraram anos a fazer (ganhar um controlo sobre um certo poder). Há limites para tudo!
No entanto fiquei com muita vontade de ler mais, até porque a forma como termina, deixa a promessa de muito mais.
É uma pena o manga ter sido cancelado.
A arte é muito boa e as personagens são todas muito distintas. No entanto, o desenhos por vezes era pouco compreensíveis, especialmente nas batalhas, quando várias coisas se sobrepunham e aquilo parecia uma salsada. For isso, o desenho é muito limpo e esteticamente apelativo (muito bonito, mesmo), além de o mangaka mostrar bastante conhecimento de anatomia, paisagens e demais pormenores.
No gera é um manga interessante, mas que infelizmente se arruína um pouco na parte final, à custa de o mangaka ter pouco tempo (e espaço) para terminar a história. O que mais gostei foi o protagonista, que não é o típico herói, pois apesar de ser muito determinado, ele também é capaz de sacrificar os outros só para atingir os seus fins.
Esta história tem lugar na China, após uma guerra que durou 70 anos. Sinopse em Inglês:
Achei o início bastante auspicioso (e divertido), mas depois a trama começou a mover-se demasiado depressa, a aparecerem demasiadas personagens ao mesmo tempo, e aquilo descambou. Compreendo que o autor estivesse a ser pressionado (como acontece tantas vezes) e quisesse terminar o manga em grande, mas havia outras formas de agradar ao leitor e ainda assim concluir o manga de forma forte.After the war, which lasted 70 years motivated through greed, the Sung Dynasty took control and managed to unite China as one. Having made alliances with the Northern countries, there were no enemies left that could invade. With such peace in hand, the country has made much progress, but that time has worn out. With no enemies left to fulfill such greed, it was inevitable that it would befall upon the common people.
However, a revolution has begun and the world will once again see change. 108 heroes gather under the Taiten-Gyoudou flag. A group of chivalrous thieves who travel the path to change the heavens. A new take on the Suikoden epic has begun.
Também achei ridículo o protagonista, Taisou, ter conseguido fazer em 30 minutos, o que os outros demoraram anos a fazer (ganhar um controlo sobre um certo poder). Há limites para tudo!
No entanto fiquei com muita vontade de ler mais, até porque a forma como termina, deixa a promessa de muito mais.
É uma pena o manga ter sido cancelado.
A arte é muito boa e as personagens são todas muito distintas. No entanto, o desenhos por vezes era pouco compreensíveis, especialmente nas batalhas, quando várias coisas se sobrepunham e aquilo parecia uma salsada. For isso, o desenho é muito limpo e esteticamente apelativo (muito bonito, mesmo), além de o mangaka mostrar bastante conhecimento de anatomia, paisagens e demais pormenores.
No gera é um manga interessante, mas que infelizmente se arruína um pouco na parte final, à custa de o mangaka ter pouco tempo (e espaço) para terminar a história. O que mais gostei foi o protagonista, que não é o típico herói, pois apesar de ser muito determinado, ele também é capaz de sacrificar os outros só para atingir os seus fins.
Kaichou wa Maid-sama!
Kaichou wa Maid-sama! é um anime de 26 episódios (mais extras), baseado no manga homónimo de Hiro Fujiwara.
Sinopse:
Em relação à história central, esta é bastante banal, com várias cenas que são já clichés do género, mas ainda assim com momentos divertidos.
As personagens são todas bastante curiosas, e cada um tem algo que a torna muito engraçadas, seja pela personalidade caricata, ou pela sua reacção a certas coisas.
A Misaki é tão perfeita, mas tão perfeita, que irrita! É a melhor nos desportos, nos estudos, é presidente da associação de estudantes da escola, tem um sentido de justiça muito apurado, é boa lutadora, tem um trabalho em part-time e ainda arranja tempo para estar com os amigos. Como é que é? O.o Acho que isto nunca e chegou a irritar no manga, mas no anime, como se focam tanto na perfeição dela, é demais!
Já o Usui é menos chato, embora seja muito o homem que aparece sempre no momento certo.
A animação é bastante banal. É limpa, mas estilizada, não contado com grande efeitos ou algo que faça o anime destacar-se em termos visuais. No entanto o desenho de personagens está bastante bom e a animação muito coerente, o que faz com que seja um anime que se vê muito bem.
A Banda Sonora foi a pior parte do anime. A música de abertura era irritante e as que acompanhavam os episódios eram muito limitadas e pareciam tocar sempre nos momentos errados, criando o ambiente errado. As músicas de encerramento (duas diferentes) forma mais interessantes, mas nada de muito extraordinário. As músicas dos UxMishi (banda fictícia no anime) também estavam razoáveis. Em contrapartida, adorava os sons que a Misaki produzia quando estava envergonhada. Era mesmo giro!Também tenho de referir que os seiyuus (actores que dão vozes à personagens) forma muito bem escolhidos e não estranhei nenhum, bem pelo contrário. Acho que estavam perfeitos para os papéis.
Em termos gerais é uma adaptação fiel, embora tenha várias cenas desnecessárias (normalmente que não existiam no anime). A animação é razoável e embora a banda sonora seja bastante fraca, consegue passar despercebida na maior parte do tempo. Pode ser uma boa introdução para quem não conhece o manga, embora eu tenha de recomendar o manga e não o anime, pois a versão em banda desenhada consegue ser bastante mais curiosa.
Para os que já conhecem o manga, esta pode ser uma adaptação a ver com interesse, pois é bastante fiel ao original, apesar de tomar algumas liberdades.
Convém também referir que achei que terminaram o anime numa parte da história excelente. Para quem não segue o manga, nem planeia fazê-lo, consegue dar um desfecho satisfatório, sem no entanto deixar no ar a possibilidade de haver mais.
Trailer:
Sinopse:
Este anime conta a história de Misaki, uma rapariga que é presidente da associação de estudantes da escola e que trabalha em part-time num Maid Caffe (um café onde as empregadas estão vestidas como uma camareira e tratam os clientes por 'mestre'). Ela esconde isto de todos, para não perder a imagem de que tem na escola, mas um dia Usui, o quebra-corações da escola, vê-a a trabalhar. Misaki pensa que a sua vida terminou, mas ao contrário do que esperava, Usui não conta a ninguém o seu segredo, e assim começam as aventuras e desventuras destes dois.
Em relação à história central, esta é bastante banal, com várias cenas que são já clichés do género, mas ainda assim com momentos divertidos.
As personagens são todas bastante curiosas, e cada um tem algo que a torna muito engraçadas, seja pela personalidade caricata, ou pela sua reacção a certas coisas.
A Misaki é tão perfeita, mas tão perfeita, que irrita! É a melhor nos desportos, nos estudos, é presidente da associação de estudantes da escola, tem um sentido de justiça muito apurado, é boa lutadora, tem um trabalho em part-time e ainda arranja tempo para estar com os amigos. Como é que é? O.o Acho que isto nunca e chegou a irritar no manga, mas no anime, como se focam tanto na perfeição dela, é demais!
Já o Usui é menos chato, embora seja muito o homem que aparece sempre no momento certo.
A animação é bastante banal. É limpa, mas estilizada, não contado com grande efeitos ou algo que faça o anime destacar-se em termos visuais. No entanto o desenho de personagens está bastante bom e a animação muito coerente, o que faz com que seja um anime que se vê muito bem.
A Banda Sonora foi a pior parte do anime. A música de abertura era irritante e as que acompanhavam os episódios eram muito limitadas e pareciam tocar sempre nos momentos errados, criando o ambiente errado. As músicas de encerramento (duas diferentes) forma mais interessantes, mas nada de muito extraordinário. As músicas dos UxMishi (banda fictícia no anime) também estavam razoáveis. Em contrapartida, adorava os sons que a Misaki produzia quando estava envergonhada. Era mesmo giro!Também tenho de referir que os seiyuus (actores que dão vozes à personagens) forma muito bem escolhidos e não estranhei nenhum, bem pelo contrário. Acho que estavam perfeitos para os papéis.
Em termos gerais é uma adaptação fiel, embora tenha várias cenas desnecessárias (normalmente que não existiam no anime). A animação é razoável e embora a banda sonora seja bastante fraca, consegue passar despercebida na maior parte do tempo. Pode ser uma boa introdução para quem não conhece o manga, embora eu tenha de recomendar o manga e não o anime, pois a versão em banda desenhada consegue ser bastante mais curiosa.
Para os que já conhecem o manga, esta pode ser uma adaptação a ver com interesse, pois é bastante fiel ao original, apesar de tomar algumas liberdades.
Convém também referir que achei que terminaram o anime numa parte da história excelente. Para quem não segue o manga, nem planeia fazê-lo, consegue dar um desfecho satisfatório, sem no entanto deixar no ar a possibilidade de haver mais.
Trailer:
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