Adarushan no Hanayome (A Noiva de Adarushan) é um manga de apenas dois volumes, enquadrado no género romance e fantasia histórica.
A arte é de Mori Kazane, e a história de Kei Amekawa.
Conta a história do casamento arranjado entre Alexid e Justinia, que é ainda uma criança.
Achei este manga extremamente fofo na interacção entre os dois, especialmente porque ao princípio não se davam muito bem, mas aos poucos foram-se conhecendo e afeiçoando. A diferença de idades não me assustou tanto quanto pressupus, porque não foi focado o romance entre os dois, mas som algo mais parecido com a amizade e companheirismo, não se tornando assim algo de mau gosto.
A história também se focou muito na política do palácio e nos laços familiares, diversificando assim o manga.
A arte é no típico estilo shoujo, e tem algumas canas de luta que não estou más de todo (embora não estejam nada de extraordinário).
É um manga que se lê e que consegue fazer-nos sorrir, assim como chorar.
23 abril, 2011
Moyashimon - Anime
Moyashimon (Tales of Agriculture) é um anime de 2007, adaptação de um manga com o mesmo nome, que ainda não tive oportunidade de ler.
Comecei a vê-lo por pura curiosidade, sendo que trata de um tema muito diferente do habitual: Micróbios.
Mais propriamente, é sobre um jovem universitário que consegue ver os micróbios a olho nu,
Um dos pontos fortes do anime são os próprios micróbios, que estão retratados de forma interessante e animados de uma forma bem divertida. Mas uma coisa que não gostei tanto foi que, nos primeiros episódios os micróbios tiveram muito mais relevância do que nos últimos, onde praticamente não apareciam (excepto nos últimos dois episódios, em que a ausência foi justificada).
Os personagens do anime também estavam engraçados, com personalidades algo distintas e com histórias interessantes (à excepção do Yuki, que apesar de ser o melhor amigo do protagonista, me pareceu ser a personagem menos bem conseguida).
A animação não tem nada de muito especial ou distintivo, mas vê-se muito bem na sua simplicidade. A banda sonora é igualmente 'normal', e tanto o tema de abertura como o de encerramento se vêem e ouvem muito bem. São divertidos como os 'micróbios'.
De destacar também o "Michrobe Theatre" no final de cada episódio, que dava umas 'lições' sobre micróbios, bem interessantes.
Mas não se assustem que não é só de micróbios que fala o anime, bem pelo contrário. No entanto, há excepção da comédia, pareceu-me que um ou outro episódio não foram bem conseguidos.
No geral foi um anime que se viu bem, e que teve muita piada em certas ocasiões, além de dar umas 'liçõezinhas' pelo meio.
Comecei a vê-lo por pura curiosidade, sendo que trata de um tema muito diferente do habitual: Micróbios.
Mais propriamente, é sobre um jovem universitário que consegue ver os micróbios a olho nu,
Um dos pontos fortes do anime são os próprios micróbios, que estão retratados de forma interessante e animados de uma forma bem divertida. Mas uma coisa que não gostei tanto foi que, nos primeiros episódios os micróbios tiveram muito mais relevância do que nos últimos, onde praticamente não apareciam (excepto nos últimos dois episódios, em que a ausência foi justificada).
Os personagens do anime também estavam engraçados, com personalidades algo distintas e com histórias interessantes (à excepção do Yuki, que apesar de ser o melhor amigo do protagonista, me pareceu ser a personagem menos bem conseguida).
A animação não tem nada de muito especial ou distintivo, mas vê-se muito bem na sua simplicidade. A banda sonora é igualmente 'normal', e tanto o tema de abertura como o de encerramento se vêem e ouvem muito bem. São divertidos como os 'micróbios'.
De destacar também o "Michrobe Theatre" no final de cada episódio, que dava umas 'lições' sobre micróbios, bem interessantes.
Mas não se assustem que não é só de micróbios que fala o anime, bem pelo contrário. No entanto, há excepção da comédia, pareceu-me que um ou outro episódio não foram bem conseguidos.
No geral foi um anime que se viu bem, e que teve muita piada em certas ocasiões, além de dar umas 'liçõezinhas' pelo meio.
14 abril, 2011
Satoshi Kon
Tenho andado tão afastada do 'mundo' do anime que nem sabia que o Satoshi Kon tinha falecido no ano passado.
Fiquei fã dele depois de ver "Perfect Blue" que foi uma grande susrpresa para mim.
Ainda me falta ver muitos filmes dele, e espero em breve colmatar essa lacuna. Entretanto aqui fica a última curta dele:
O-HA-YO - Satoshi Kon - Good Morning from Elrinda on Vimeo.
Fiquei fã dele depois de ver "Perfect Blue" que foi uma grande susrpresa para mim.
Ainda me falta ver muitos filmes dele, e espero em breve colmatar essa lacuna. Entretanto aqui fica a última curta dele:
O-HA-YO - Satoshi Kon - Good Morning from Elrinda on Vimeo.
06 março, 2011
Inquérito sobre manga
O Kuentro divulgou um inquérito internacional sobre os leitores de manga. Vejam o post oficial e participem.
30 janeiro, 2011
Dragon Ball - vol.1
As Edições ASA começaram recentemente a publicar os volumes do 'clássico' Dragon Ball, que, se não me engano, já tinham sido publicados no nosso país mas há muito que estavam esgotados.
Com a saída de um volume novo todos os meses, os fãs podem agora ter a colecção inteira a um preço 'razoável'.
Eu comprei o primeiro volume no final do ano passado, pois embora Dragon Ball não figure no meu top 10, ainda foi uma anime que me marcou e sempre quis ler o manga. Já para não falar que gosto de apoiar publicações nacionais de manga, mesmo quando às vezes nem conheço os autores (como aconteceu com o Dark Angel, publicado pela Devir).
Mas bem, voltando ao assunto. Terminei ontem a leitura do primeiro volume deste manga, e confesso que foi bem divertido. A arte está muito boa (mesmo), a história é bastante divertida e, enfim, foi muito bom regressar ao mundo do Dragon Ball e ver a ingenuidade inicial do Son Goku, que tanto adorei no anime, e que no manga tem ainda mais 'impacto'.
Agora uma coisa que me surpreendeu (talvez a minha memória comece a falhar), foi o facto de o manga ter tantas piadas sexuais. Não brinco! Está em todos os capítulos. Eu não me lembrava de ser assim tanto, mas também não me incomodou por aí além.
A tradução está muito boa e edição está boa.
Enfim, aconselho.
Nota: 8/10 (Muito Bom)
Com a saída de um volume novo todos os meses, os fãs podem agora ter a colecção inteira a um preço 'razoável'.
Eu comprei o primeiro volume no final do ano passado, pois embora Dragon Ball não figure no meu top 10, ainda foi uma anime que me marcou e sempre quis ler o manga. Já para não falar que gosto de apoiar publicações nacionais de manga, mesmo quando às vezes nem conheço os autores (como aconteceu com o Dark Angel, publicado pela Devir).
Mas bem, voltando ao assunto. Terminei ontem a leitura do primeiro volume deste manga, e confesso que foi bem divertido. A arte está muito boa (mesmo), a história é bastante divertida e, enfim, foi muito bom regressar ao mundo do Dragon Ball e ver a ingenuidade inicial do Son Goku, que tanto adorei no anime, e que no manga tem ainda mais 'impacto'.
Agora uma coisa que me surpreendeu (talvez a minha memória comece a falhar), foi o facto de o manga ter tantas piadas sexuais. Não brinco! Está em todos os capítulos. Eu não me lembrava de ser assim tanto, mas também não me incomodou por aí além.
A tradução está muito boa e edição está boa.
Enfim, aconselho.
Nota: 8/10 (Muito Bom)
14 janeiro, 2011
Highschool of the Dead - Anime
Highschool of the Dead é a adaptação do manga homónimo que eu não apreciei em absoluto (chegou mesmo a ganhar o (meu) prémio de pior manga de 2008, nas categorias de Potencial Arruinado e Pior Fanservice). Só que, depois de ver o trailer do anime, não resisti a dar-lhe uma hipóteses, esperando que não caísse nas banalidades do manga.
Bem, para começar devo dizer que, o anime é bastante fiel ao manga, e embora o fanservice continue lá (muitas vezes, até me fazer revirar os olhos), a animação é bastante boa, a acção bem conseguida e bem ... eu sempre adorei apocalipses zombies, por isso não resisti a ver os 12 episódios.
Contudo, não sei se teria continuado a ver, caso o anime tivesse mais episódios, isto porque, a partir do episódio 7 (+/-), o fanservice tornou-se insuportável. Se nos primeiros episódios aquilo estava mais ou menos comedido, a partir do meio perdeu-se nos meandros das mamas grandes, dos panty-shots e da poucas (ou mesmo nenhuma) roupa.
Já o disse, e volto a repeti-lo. Esta série/manga tinha potencial, mas estraga tudo com o fanservice demasiado predominante. Um bocadinho ... tudo bem! Todos os dois minutos ... muito mau!
Ainda assim vale a pena ver o anime, a acção está soberba, a história é interessante, a animação é muito fluída e a banda sonora é muito boa. Aliás, algumas músicas fazem-me lembrar a do "28 dias depois", "28 semanas depois" e outros filmes zombie, onde tenho a certeza de que foram buscar inspiração.
E permitam-me terminar, apontando a personagem mais irritante de todos os tempo: A enfermeira! Algum zombie que a morda de uma vez!
Nota: 7/10
Bem, para começar devo dizer que, o anime é bastante fiel ao manga, e embora o fanservice continue lá (muitas vezes, até me fazer revirar os olhos), a animação é bastante boa, a acção bem conseguida e bem ... eu sempre adorei apocalipses zombies, por isso não resisti a ver os 12 episódios.
Contudo, não sei se teria continuado a ver, caso o anime tivesse mais episódios, isto porque, a partir do episódio 7 (+/-), o fanservice tornou-se insuportável. Se nos primeiros episódios aquilo estava mais ou menos comedido, a partir do meio perdeu-se nos meandros das mamas grandes, dos panty-shots e da poucas (ou mesmo nenhuma) roupa.
Já o disse, e volto a repeti-lo. Esta série/manga tinha potencial, mas estraga tudo com o fanservice demasiado predominante. Um bocadinho ... tudo bem! Todos os dois minutos ... muito mau!
Ainda assim vale a pena ver o anime, a acção está soberba, a história é interessante, a animação é muito fluída e a banda sonora é muito boa. Aliás, algumas músicas fazem-me lembrar a do "28 dias depois", "28 semanas depois" e outros filmes zombie, onde tenho a certeza de que foram buscar inspiração.
E permitam-me terminar, apontando a personagem mais irritante de todos os tempo: A enfermeira! Algum zombie que a morda de uma vez!
Nota: 7/10
23 dezembro, 2010
Boas Festas 2010
(Imagem do anime Soul Eater)
A ausência tem sido uma constante, e a verdade e que tenho lido muitos poucos mangas e visto ainda menos animes. Não parei de vez, longe disso, mas a vida tem tomado outros caminhos. Espero em breve mudar um pouco isto, mas entretanto ficam os votos de boas festas e um maravilhoso ano de 2011.P.S.: Este ano não haverão prémios para os melhores do ano 2010.
28 setembro, 2010
Battle Royale - Manga
Battle Royale, manga de Koushun Takami e Masayuki Taguchi (animelist)
Há uns anos atrás vi o filme baseado neste manga e fui surpreendida. Agora, após ter lido todos os 15 volumes do manga, posso dizer que a surpresa não foi menor.
Com um estilo bastante próprio e algo estilizado, é certo que ao principio estranhei, mas logo entranhei. A história é fantástica, tantos em termos de originalidade como a forma como nos e contada. Por vezes chega a ser teatral, mas é um estilo que não cansa.
Por vezes as cenas pareciam arrastar-se indefinidamente e os diálogos repetiam-se, mas nunca chegou ao ponto de exaustão nem nunca deixou de surpreender.
Custou-me um pouco a deixar de estranhar a arte, mas depois de um ou dois volumes já não conseguia ignorá-la. Tem uma beleza inconstestável e é impressionante como o artista consegue passar dois ou três capíulos com os personagens parados no mesmo sitio e ainda assim nunca repetir uma pose, um ângulo, uma visão da cena. É formidável!
Aviso já que não poupam detalhes. Cérebros, entranhas e mesmo cenas de sexo explícitas. Nada nos é escondido e isso torna este trabalho de uma beleza ímpar, mas também algo que é, por vezes, difícil de digerir.
O único defeito da arte é que as cabeças normalmente são demasiado grandes para o corpo, mas ainda assim as personagens são todas distintas, as paisagens são lindas e acção parece saltar das vinhetas.
A única coisa que não gostei muito foi o facto de as crianças (quando havia flashbacks) não parecerem crianças. As caras eram demasiado maduras.
Em suma, não posso deixar de recomendar este trabalho que surpreende e nunca cansa. Só pela beleza das imagens já valeria a pena, mas a forma como cada personagem é retratada é subliminal e acreditem que mesmo quando parece que se estão a repetir, não chega a ser aborrecido.
Há uns anos atrás vi o filme baseado neste manga e fui surpreendida. Agora, após ter lido todos os 15 volumes do manga, posso dizer que a surpresa não foi menor.
Com um estilo bastante próprio e algo estilizado, é certo que ao principio estranhei, mas logo entranhei. A história é fantástica, tantos em termos de originalidade como a forma como nos e contada. Por vezes chega a ser teatral, mas é um estilo que não cansa.
Por vezes as cenas pareciam arrastar-se indefinidamente e os diálogos repetiam-se, mas nunca chegou ao ponto de exaustão nem nunca deixou de surpreender.
Custou-me um pouco a deixar de estranhar a arte, mas depois de um ou dois volumes já não conseguia ignorá-la. Tem uma beleza inconstestável e é impressionante como o artista consegue passar dois ou três capíulos com os personagens parados no mesmo sitio e ainda assim nunca repetir uma pose, um ângulo, uma visão da cena. É formidável!
Aviso já que não poupam detalhes. Cérebros, entranhas e mesmo cenas de sexo explícitas. Nada nos é escondido e isso torna este trabalho de uma beleza ímpar, mas também algo que é, por vezes, difícil de digerir.
O único defeito da arte é que as cabeças normalmente são demasiado grandes para o corpo, mas ainda assim as personagens são todas distintas, as paisagens são lindas e acção parece saltar das vinhetas.
A única coisa que não gostei muito foi o facto de as crianças (quando havia flashbacks) não parecerem crianças. As caras eram demasiado maduras.
Em suma, não posso deixar de recomendar este trabalho que surpreende e nunca cansa. Só pela beleza das imagens já valeria a pena, mas a forma como cada personagem é retratada é subliminal e acreditem que mesmo quando parece que se estão a repetir, não chega a ser aborrecido.
13 setembro, 2010
GE ~Good Ending~ 1-49
"GE ~Good ending~" de Keiko Sasaki (animelist)
(esta opinião só abrange os capítulos 1 a 49)
Depois do one-shot (vejam opinião aqui), esta versão mais longa foi bem vinda, mas senti a falta de muito do que me tinha cativado no capítulo 0.
Para começar, a Shou-sempai mudou um pouco de personalidade. Deixou de pregar partidas, para passar a ser uma rapariga sempre bem-disposta.
Por vezes o Utsumi deixava-me irada, especialmente quando não pensava no que estava a fazer, mas a verdade é que ele agiu sempre como um rapaz, e muito especialmente como um adolescente. Claro que ele era um rapaz com "cabeça", mas também cometia muito erros.
Já a Kurokawa, deixou de ser a trapaceira de sempre e passou a ser muito mais emocional e a esconder os seus sentimentos. Ela também chegou a irritar-me bastante, especialmente quando ignorava propositadamente os sentimentos do Utsumi.
Ainda assim, mesmo com todas estas mudanças, a história permanece muito bem conseguida e as quase podemos olhar para as personagens como sendo outras, ao invés de comprara. O romance está sempre lá, mas nunca com mau gosto.
Foi adicionado um pouco de fan-service, mas nada que incomode muito. É o normal nos shounen (bem que podia ser diferente, mas não se pode pedir de mais).
Devorei os 49 capítulos em menos de dois dias, e só queria ter mais para ler. Esperarei ansiosamente o resto, sem saber verdadeiramente onde isto vai parar.
(esta opinião só abrange os capítulos 1 a 49)
Depois do one-shot (vejam opinião aqui), esta versão mais longa foi bem vinda, mas senti a falta de muito do que me tinha cativado no capítulo 0.
Para começar, a Shou-sempai mudou um pouco de personalidade. Deixou de pregar partidas, para passar a ser uma rapariga sempre bem-disposta.
Por vezes o Utsumi deixava-me irada, especialmente quando não pensava no que estava a fazer, mas a verdade é que ele agiu sempre como um rapaz, e muito especialmente como um adolescente. Claro que ele era um rapaz com "cabeça", mas também cometia muito erros.
Já a Kurokawa, deixou de ser a trapaceira de sempre e passou a ser muito mais emocional e a esconder os seus sentimentos. Ela também chegou a irritar-me bastante, especialmente quando ignorava propositadamente os sentimentos do Utsumi.
Ainda assim, mesmo com todas estas mudanças, a história permanece muito bem conseguida e as quase podemos olhar para as personagens como sendo outras, ao invés de comprara. O romance está sempre lá, mas nunca com mau gosto.
Foi adicionado um pouco de fan-service, mas nada que incomode muito. É o normal nos shounen (bem que podia ser diferente, mas não se pode pedir de mais).
Devorei os 49 capítulos em menos de dois dias, e só queria ter mais para ler. Esperarei ansiosamente o resto, sem saber verdadeiramente onde isto vai parar.
11 setembro, 2010
Good Ending - Manga
"GE ~Good ending~" de Keiko Sasaki (animelist)
Este one-shot (manga de um capítulo) teve depois uma nova versão em forma de manga de longa duração, mas decidi opinar em separado porque a história muda ligeiramente entre o one-shot e a sua congénere mais longa.
A história é sobre Utsumi, um rapaz que se contenta em observar de longe a Shou, a rapariga de quem gosta. A sua paixão é descoberta por Kurokawa, uma rapariga que decide ajudá-lo a confessar-se à Shou, só que o faz com muito gozo à mistura.
Posso dizer que adorei a Kurokawa, ela é tão mázinha quanto boazinha e a personalidade dela é um autêntico mimo.
O Utsumi é um rapaz divertidos, muito tímido mas com um bom coração. Gostei muito da decisão que ele tomou no fim.
Já a Shou conseguiu ser bem divertida, embora tenha aparecido pouco nas 40 páginas. No entanto, a personalidade alegre dela contagiou.
Em suma, todas as personagens estiveram muito bem e adorei-as a todas.
A história é simples, mas tem uma reviravolta final que foi muito bem entregue e que adorei. É um romance bem executado.
A arte está muito apelativa. Nada de excepcional, mas com traços bem conseguidos e personagens bem caracterizadas. Também gostei do facto de não ter fan-service (milagre!), embora houvesse espaço para tal (com o ténis e tudo).
Recomendo!
Este one-shot (manga de um capítulo) teve depois uma nova versão em forma de manga de longa duração, mas decidi opinar em separado porque a história muda ligeiramente entre o one-shot e a sua congénere mais longa.
A história é sobre Utsumi, um rapaz que se contenta em observar de longe a Shou, a rapariga de quem gosta. A sua paixão é descoberta por Kurokawa, uma rapariga que decide ajudá-lo a confessar-se à Shou, só que o faz com muito gozo à mistura.
Posso dizer que adorei a Kurokawa, ela é tão mázinha quanto boazinha e a personalidade dela é um autêntico mimo.
O Utsumi é um rapaz divertidos, muito tímido mas com um bom coração. Gostei muito da decisão que ele tomou no fim.
Já a Shou conseguiu ser bem divertida, embora tenha aparecido pouco nas 40 páginas. No entanto, a personalidade alegre dela contagiou.
Em suma, todas as personagens estiveram muito bem e adorei-as a todas.
A história é simples, mas tem uma reviravolta final que foi muito bem entregue e que adorei. É um romance bem executado.
A arte está muito apelativa. Nada de excepcional, mas com traços bem conseguidos e personagens bem caracterizadas. Também gostei do facto de não ter fan-service (milagre!), embora houvesse espaço para tal (com o ténis e tudo).
Recomendo!
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