Battle Royale, manga de Koushun Takami e Masayuki Taguchi (animelist)
Há uns anos atrás vi o filme baseado neste manga e fui surpreendida. Agora, após ter lido todos os 15 volumes do manga, posso dizer que a surpresa não foi menor.
Com um estilo bastante próprio e algo estilizado, é certo que ao principio estranhei, mas logo entranhei. A história é fantástica, tantos em termos de originalidade como a forma como nos e contada. Por vezes chega a ser teatral, mas é um estilo que não cansa.
Por vezes as cenas pareciam arrastar-se indefinidamente e os diálogos repetiam-se, mas nunca chegou ao ponto de exaustão nem nunca deixou de surpreender.
Custou-me um pouco a deixar de estranhar a arte, mas depois de um ou dois volumes já não conseguia ignorá-la. Tem uma beleza inconstestável e é impressionante como o artista consegue passar dois ou três capíulos com os personagens parados no mesmo sitio e ainda assim nunca repetir uma pose, um ângulo, uma visão da cena. É formidável!
Aviso já que não poupam detalhes. Cérebros, entranhas e mesmo cenas de sexo explícitas. Nada nos é escondido e isso torna este trabalho de uma beleza ímpar, mas também algo que é, por vezes, difícil de digerir.
O único defeito da arte é que as cabeças normalmente são demasiado grandes para o corpo, mas ainda assim as personagens são todas distintas, as paisagens são lindas e acção parece saltar das vinhetas.
A única coisa que não gostei muito foi o facto de as crianças (quando havia flashbacks) não parecerem crianças. As caras eram demasiado maduras.
Em suma, não posso deixar de recomendar este trabalho que surpreende e nunca cansa. Só pela beleza das imagens já valeria a pena, mas a forma como cada personagem é retratada é subliminal e acreditem que mesmo quando parece que se estão a repetir, não chega a ser aborrecido.
28 setembro, 2010
13 setembro, 2010
GE ~Good Ending~ 1-49
"GE ~Good ending~" de Keiko Sasaki (animelist)
(esta opinião só abrange os capítulos 1 a 49)
Depois do one-shot (vejam opinião aqui), esta versão mais longa foi bem vinda, mas senti a falta de muito do que me tinha cativado no capítulo 0.
Para começar, a Shou-sempai mudou um pouco de personalidade. Deixou de pregar partidas, para passar a ser uma rapariga sempre bem-disposta.
Por vezes o Utsumi deixava-me irada, especialmente quando não pensava no que estava a fazer, mas a verdade é que ele agiu sempre como um rapaz, e muito especialmente como um adolescente. Claro que ele era um rapaz com "cabeça", mas também cometia muito erros.
Já a Kurokawa, deixou de ser a trapaceira de sempre e passou a ser muito mais emocional e a esconder os seus sentimentos. Ela também chegou a irritar-me bastante, especialmente quando ignorava propositadamente os sentimentos do Utsumi.
Ainda assim, mesmo com todas estas mudanças, a história permanece muito bem conseguida e as quase podemos olhar para as personagens como sendo outras, ao invés de comprara. O romance está sempre lá, mas nunca com mau gosto.
Foi adicionado um pouco de fan-service, mas nada que incomode muito. É o normal nos shounen (bem que podia ser diferente, mas não se pode pedir de mais).
Devorei os 49 capítulos em menos de dois dias, e só queria ter mais para ler. Esperarei ansiosamente o resto, sem saber verdadeiramente onde isto vai parar.
(esta opinião só abrange os capítulos 1 a 49)
Depois do one-shot (vejam opinião aqui), esta versão mais longa foi bem vinda, mas senti a falta de muito do que me tinha cativado no capítulo 0.
Para começar, a Shou-sempai mudou um pouco de personalidade. Deixou de pregar partidas, para passar a ser uma rapariga sempre bem-disposta.
Por vezes o Utsumi deixava-me irada, especialmente quando não pensava no que estava a fazer, mas a verdade é que ele agiu sempre como um rapaz, e muito especialmente como um adolescente. Claro que ele era um rapaz com "cabeça", mas também cometia muito erros.
Já a Kurokawa, deixou de ser a trapaceira de sempre e passou a ser muito mais emocional e a esconder os seus sentimentos. Ela também chegou a irritar-me bastante, especialmente quando ignorava propositadamente os sentimentos do Utsumi.
Ainda assim, mesmo com todas estas mudanças, a história permanece muito bem conseguida e as quase podemos olhar para as personagens como sendo outras, ao invés de comprara. O romance está sempre lá, mas nunca com mau gosto.
Foi adicionado um pouco de fan-service, mas nada que incomode muito. É o normal nos shounen (bem que podia ser diferente, mas não se pode pedir de mais).
Devorei os 49 capítulos em menos de dois dias, e só queria ter mais para ler. Esperarei ansiosamente o resto, sem saber verdadeiramente onde isto vai parar.
11 setembro, 2010
Good Ending - Manga
"GE ~Good ending~" de Keiko Sasaki (animelist)
Este one-shot (manga de um capítulo) teve depois uma nova versão em forma de manga de longa duração, mas decidi opinar em separado porque a história muda ligeiramente entre o one-shot e a sua congénere mais longa.
A história é sobre Utsumi, um rapaz que se contenta em observar de longe a Shou, a rapariga de quem gosta. A sua paixão é descoberta por Kurokawa, uma rapariga que decide ajudá-lo a confessar-se à Shou, só que o faz com muito gozo à mistura.
Posso dizer que adorei a Kurokawa, ela é tão mázinha quanto boazinha e a personalidade dela é um autêntico mimo.
O Utsumi é um rapaz divertidos, muito tímido mas com um bom coração. Gostei muito da decisão que ele tomou no fim.
Já a Shou conseguiu ser bem divertida, embora tenha aparecido pouco nas 40 páginas. No entanto, a personalidade alegre dela contagiou.
Em suma, todas as personagens estiveram muito bem e adorei-as a todas.
A história é simples, mas tem uma reviravolta final que foi muito bem entregue e que adorei. É um romance bem executado.
A arte está muito apelativa. Nada de excepcional, mas com traços bem conseguidos e personagens bem caracterizadas. Também gostei do facto de não ter fan-service (milagre!), embora houvesse espaço para tal (com o ténis e tudo).
Recomendo!
Este one-shot (manga de um capítulo) teve depois uma nova versão em forma de manga de longa duração, mas decidi opinar em separado porque a história muda ligeiramente entre o one-shot e a sua congénere mais longa.
A história é sobre Utsumi, um rapaz que se contenta em observar de longe a Shou, a rapariga de quem gosta. A sua paixão é descoberta por Kurokawa, uma rapariga que decide ajudá-lo a confessar-se à Shou, só que o faz com muito gozo à mistura.
Posso dizer que adorei a Kurokawa, ela é tão mázinha quanto boazinha e a personalidade dela é um autêntico mimo.
O Utsumi é um rapaz divertidos, muito tímido mas com um bom coração. Gostei muito da decisão que ele tomou no fim.
Já a Shou conseguiu ser bem divertida, embora tenha aparecido pouco nas 40 páginas. No entanto, a personalidade alegre dela contagiou.
Em suma, todas as personagens estiveram muito bem e adorei-as a todas.
A história é simples, mas tem uma reviravolta final que foi muito bem entregue e que adorei. É um romance bem executado.
A arte está muito apelativa. Nada de excepcional, mas com traços bem conseguidos e personagens bem caracterizadas. Também gostei do facto de não ter fan-service (milagre!), embora houvesse espaço para tal (com o ténis e tudo).
Recomendo!
25 maio, 2010
Purikyu - Manga
Purikyu é um manga que só tem um volume, da mesma autora dos dois mangas anteriores.
Purikyu, em japonês, é uma mistura de Prima-Dona (bailarina) com a arte de Arco e Flecha, e é sobre isso que é o manga.
Katsuragi Anna é uma antiga bailarina, que devido a uma lesão no joelho, teve de se retirar dos bailados. Jinnai é o presidente do clube de Arco e Flechas, ao qual Anna se quer juntar. Os dois são antigos amigos e rivais por isso o Jinnai a princípio não aceita Anna no grupo e por essa mesma razão ela está decidida a ser a melhor.
Este volume único da história destes dois e do clube é divertido, sem chegar a ser excelente. Ver a interacção dos dois é fantástico e as gargalhadas são constantes só por isso já vale a pena ler.
O Jinnai é o típico "bully com um coração de manteiga" o que lhe tira alguma autonomia, mas a Anna é uma personagem fora do comum, confiante de si mesmo (até chegar a ser convencida) e nunca desiste, o que a torna uma das heroínas mais fortes que já vi/li.
Este manga lê-se de uma assentada e diverte, por isso recomendo a quem procure uma heroína forte num shoujo.
Purikyu, em japonês, é uma mistura de Prima-Dona (bailarina) com a arte de Arco e Flecha, e é sobre isso que é o manga.
Katsuragi Anna é uma antiga bailarina, que devido a uma lesão no joelho, teve de se retirar dos bailados. Jinnai é o presidente do clube de Arco e Flechas, ao qual Anna se quer juntar. Os dois são antigos amigos e rivais por isso o Jinnai a princípio não aceita Anna no grupo e por essa mesma razão ela está decidida a ser a melhor.
Este volume único da história destes dois e do clube é divertido, sem chegar a ser excelente. Ver a interacção dos dois é fantástico e as gargalhadas são constantes só por isso já vale a pena ler.
O Jinnai é o típico "bully com um coração de manteiga" o que lhe tira alguma autonomia, mas a Anna é uma personagem fora do comum, confiante de si mesmo (até chegar a ser convencida) e nunca desiste, o que a torna uma das heroínas mais fortes que já vi/li.
Este manga lê-se de uma assentada e diverte, por isso recomendo a quem procure uma heroína forte num shoujo.
20 maio, 2010
Penguin Prince - Manga
Penguin Prince, é mais uma colectânea de one-shots do mangaka Kyousuke Motomi.
Penguin Prince
Este foi muito fofo! porque o personagem masculino principal era um cromo que se mostrava confiante mas na verdade entrava em pânico quando não tinha consigo o seu amuleto. De rir!
E o relacionamento amoroso foi fácil de seguir e de gostar.
One Thousand Years love song
Este one-shot também foi engraçado, embora em certos momentos parecesse arrastar, para logo recuperar. Afinal é uma curta história e não faria sentido estender demasiado a história.
Foi engraçado descobrir este jogo japonês e as personagens eram interessantes, embora algo previsíveis.
Tea Time
Este foi o que gostei menos, não sei explicar bem porquê. Talvez fosse o típico macho mauzão que na verdade tem um segredo que o envergonharia, ou talvez fosse culpa da rapariga principal que não me cativou. Não sei, mas certamente foi o menos conseguido dos trabalhos da mangaka que eu vi.
Tea Time (part 2)
A sequela ainda conseguiu ser mais previsível que o seu antecessor o que estragou ainda mais as personagens. O drama foi desprositado e a personagem feminina tornou-se irritante. Em suma, tinha ficado melhor sem a sequela.
Searching for Four-Leaf Clover
Esta pequena história foi um pequeno mimo. Gostei muito. Simples e leve. Não fala de um amor onde tudo corre bem, mas mostra-nos, isso sim, a fragilidade das personagens e como elas se apoiam um no outro.
Uma lufada de ar fresco, que não sendo uma maravilha do manga, não deixa de ser bom de ler.
Penguin Prince
Este foi muito fofo! porque o personagem masculino principal era um cromo que se mostrava confiante mas na verdade entrava em pânico quando não tinha consigo o seu amuleto. De rir!
E o relacionamento amoroso foi fácil de seguir e de gostar.
One Thousand Years love song
Este one-shot também foi engraçado, embora em certos momentos parecesse arrastar, para logo recuperar. Afinal é uma curta história e não faria sentido estender demasiado a história.
Foi engraçado descobrir este jogo japonês e as personagens eram interessantes, embora algo previsíveis.
Tea Time
Este foi o que gostei menos, não sei explicar bem porquê. Talvez fosse o típico macho mauzão que na verdade tem um segredo que o envergonharia, ou talvez fosse culpa da rapariga principal que não me cativou. Não sei, mas certamente foi o menos conseguido dos trabalhos da mangaka que eu vi.
Tea Time (part 2)
A sequela ainda conseguiu ser mais previsível que o seu antecessor o que estragou ainda mais as personagens. O drama foi desprositado e a personagem feminina tornou-se irritante. Em suma, tinha ficado melhor sem a sequela.
Searching for Four-Leaf Clover
Esta pequena história foi um pequeno mimo. Gostei muito. Simples e leve. Não fala de um amor onde tudo corre bem, mas mostra-nos, isso sim, a fragilidade das personagens e como elas se apoiam um no outro.
Uma lufada de ar fresco, que não sendo uma maravilha do manga, não deixa de ser bom de ler.
18 maio, 2010
Seishun Survival - Manga
No último fim de semana li vários mangas deste mangaka (Kyousuke Motomi) e são todos muito bons, por isso recomendo que leiam o trabalho.
Este, Seishun Survival, é uma colectânea de one-shots:
Youth Survival
Sobre um grupo de adolescentes que se perde na montanha e aí mostram o que realmente valem. Aqueles que eram medrosos, conseguem manter a calma nos momentos mais terríficos, e os que sempre se mostraram fortes, mostram a sua fraqueza perante a impossibilidade de salvar todos os outros. No meio de tudo isto, e sendo este um manga shoujo, temos ainda espaço para o romance. Dois casalinhos para ser mais precisa.
Liar Love Letters
Este manga pegou numa fórmula já bastante usada, a da aposta para conquistar o coração de uma rapariga, mas dá-lhe uma volta engraçada que faz aquecer o coração. É muito fofo e adorei as duas personagens principais e o facto de se contactarem através de cartas (tão romântico...)
Sword and Heart Dangerous Relationship
Este foi um pequeno manga algo divertido, sobre ninjas nos tempos modernos, um tema que gosto bastante. Não tem nada de extraordinário ou veraddeiramente inovador, ams quando se lê este tipo de mangas, também não se espera isso, espera-se sim que nos entretenha e que o romance compensa. Está certo que adivinhei tudo a milhas de distância, mas ainda assim foi divertido ver o desenrolar do relacionamento entre as personagens, e confesso que não me importaria de voltar a ler histórias com este casalinho.
Never Dying Crow…! (Otokomae! Beads Club side story)
Já tinha lido o volume dedicado a este peculiar clube, simultâneamente de bujigangas e do grupo estudantil, o que dá uma barracada que só vista. Neste one-shot a história é bem mais cruel, mas mostra bem as personalidades de cada um, não que eu concorde com as suas acções. Foi bom rever a equipa, mas chocou, o que não é necessariamente mau, mas é certamente diferente.
Em suma, foi um volume divertido, definitivamente o melhor volume de one-shots da autora, embora não trazendo nada de realmente novo ao género, diverte, e é isso que se quer.
Este, Seishun Survival, é uma colectânea de one-shots:
Youth Survival
Sobre um grupo de adolescentes que se perde na montanha e aí mostram o que realmente valem. Aqueles que eram medrosos, conseguem manter a calma nos momentos mais terríficos, e os que sempre se mostraram fortes, mostram a sua fraqueza perante a impossibilidade de salvar todos os outros. No meio de tudo isto, e sendo este um manga shoujo, temos ainda espaço para o romance. Dois casalinhos para ser mais precisa.
Liar Love Letters
Este manga pegou numa fórmula já bastante usada, a da aposta para conquistar o coração de uma rapariga, mas dá-lhe uma volta engraçada que faz aquecer o coração. É muito fofo e adorei as duas personagens principais e o facto de se contactarem através de cartas (tão romântico...)
Sword and Heart Dangerous Relationship
Este foi um pequeno manga algo divertido, sobre ninjas nos tempos modernos, um tema que gosto bastante. Não tem nada de extraordinário ou veraddeiramente inovador, ams quando se lê este tipo de mangas, também não se espera isso, espera-se sim que nos entretenha e que o romance compensa. Está certo que adivinhei tudo a milhas de distância, mas ainda assim foi divertido ver o desenrolar do relacionamento entre as personagens, e confesso que não me importaria de voltar a ler histórias com este casalinho.
Never Dying Crow…! (Otokomae! Beads Club side story)
Já tinha lido o volume dedicado a este peculiar clube, simultâneamente de bujigangas e do grupo estudantil, o que dá uma barracada que só vista. Neste one-shot a história é bem mais cruel, mas mostra bem as personalidades de cada um, não que eu concorde com as suas acções. Foi bom rever a equipa, mas chocou, o que não é necessariamente mau, mas é certamente diferente.
Em suma, foi um volume divertido, definitivamente o melhor volume de one-shots da autora, embora não trazendo nada de realmente novo ao género, diverte, e é isso que se quer.
09 maio, 2010
Tokyo Magnitude 8.0 - Anime
Este anime, que estreou em Julho de 2009, parte da ideia de "O que aconteceria se Tokyo fosse abalada por um sismo de 8.0 na escala de Richter".
Só agora terminei de o ver porque, infelizmente, não consegui arranjar os episódios antes, e porque bem, tenho andado um pouco distanciada do anime ultimamente.
Vi o primeiro episódio quando este estreou, mas depois só no início de 2010 é que retomei a visualização, por esquecimento mais do que por falta de interesse.
Aviso já que quem está à espera de ver efeitos especiais fantásticos, coisas a explodirem, edifícios a demosronarem-se a cada cinco minutos, pode ir procurar a outro lado. Este anime retrata a catástrofe e sim, mostra a desolação e a força da natureza, mas esse não é de todo o foco principal deste história.
Acompanhamos Yuuki, Mirai e Mari enquanto eles tentam voltar para casa, para junto dos seus entes queridos, depois do terramoto que tornou a deslocação muito difícil. Sem saber se as famílias estão vivas ou não, os dois irmão (Mirai e Yuuki) juntam-se a Mari para regressarem são e salvos a casa.
É a jornada destes três que nós vemos, assim como todos os que eles conhecem pelo caminho, e tudo o que eles vêem e vivem durante esses fatídicos dias.
O desenho de personagens é do mais simples que pode haver, lembrando-me muito do Bokurano (outro anime excelente). As paisagens são bastante realistas e pormenorizadas, mas bastante estáticas, o que não perturba muito este tipo de anime que mai parece um slice-of-life do que um enredo catastrófico, na medida em que se centra nas pessoas mais do que no que as rodeia.
Acreditem que este anime vale muito a pena. Adorei o seu realismo, tanto a nível de cenário como de emoções, e chorei várias vezes com o que se ia passando.
O final foi muito bom, não deixando nada a desejar de modo que fiquei satisfeita.
Aconselho a todos a verem este anime, pois é realmente muito bom e algo diferente do mainstream.
Só agora terminei de o ver porque, infelizmente, não consegui arranjar os episódios antes, e porque bem, tenho andado um pouco distanciada do anime ultimamente.
Vi o primeiro episódio quando este estreou, mas depois só no início de 2010 é que retomei a visualização, por esquecimento mais do que por falta de interesse.
Aviso já que quem está à espera de ver efeitos especiais fantásticos, coisas a explodirem, edifícios a demosronarem-se a cada cinco minutos, pode ir procurar a outro lado. Este anime retrata a catástrofe e sim, mostra a desolação e a força da natureza, mas esse não é de todo o foco principal deste história.
Acompanhamos Yuuki, Mirai e Mari enquanto eles tentam voltar para casa, para junto dos seus entes queridos, depois do terramoto que tornou a deslocação muito difícil. Sem saber se as famílias estão vivas ou não, os dois irmão (Mirai e Yuuki) juntam-se a Mari para regressarem são e salvos a casa.
É a jornada destes três que nós vemos, assim como todos os que eles conhecem pelo caminho, e tudo o que eles vêem e vivem durante esses fatídicos dias.
O desenho de personagens é do mais simples que pode haver, lembrando-me muito do Bokurano (outro anime excelente). As paisagens são bastante realistas e pormenorizadas, mas bastante estáticas, o que não perturba muito este tipo de anime que mai parece um slice-of-life do que um enredo catastrófico, na medida em que se centra nas pessoas mais do que no que as rodeia.
Acreditem que este anime vale muito a pena. Adorei o seu realismo, tanto a nível de cenário como de emoções, e chorei várias vezes com o que se ia passando.
O final foi muito bom, não deixando nada a desejar de modo que fiquei satisfeita.
Aconselho a todos a verem este anime, pois é realmente muito bom e algo diferente do mainstream.
29 abril, 2010
Memories of Emanon - Manga
Este pequeno manga seinen do mangaka Kenji Tsuruta, é visualmente estonteante, como normalmente acontece nos mangas do género, que são direccionados a um público mais maduro que não só quer uma história não tão linear como também querem personagens adultas (ou pelo menos mais velhas que o habitual), normalmente com uma história com o qual o leitor se possa relacionar.
É isto que acontece com este Memories of Emanon (Memórias de Emanon) que nos mostra a história do encontro entre um homem e uma mulher (ambos jovens) durante uma viagem de barco, e como este encontro marcará ambos por uma duração de tempo bem distinta.
A história de Emanon está bem expressa e ainda assim deixa muito à imaginação, as duas personagens estão bem desenvolvidas e tudo o que fazem parece natural, mesmo quando os comportamentos não são os mais normais.
Nada é aborrecido e a arte maravilha e enche as vistas, por isso acho que tem um pouco para todos.
Não é uma obra-prima, mas delicia durante os seus 9 capítulos, por isso se puderem leiam que não é assim tão grande.
É isto que acontece com este Memories of Emanon (Memórias de Emanon) que nos mostra a história do encontro entre um homem e uma mulher (ambos jovens) durante uma viagem de barco, e como este encontro marcará ambos por uma duração de tempo bem distinta.
A história de Emanon está bem expressa e ainda assim deixa muito à imaginação, as duas personagens estão bem desenvolvidas e tudo o que fazem parece natural, mesmo quando os comportamentos não são os mais normais.
Nada é aborrecido e a arte maravilha e enche as vistas, por isso acho que tem um pouco para todos.
Não é uma obra-prima, mas delicia durante os seus 9 capítulos, por isso se puderem leiam que não é assim tão grande.
15 abril, 2010
Melhor Vilão/Antagonista (MANGA)
Renji Abarai (Bleach)
Ele não é vilão?
Quem disse?
Ele no princípio era um vilão, até chegou a raptar a Rukia.
Toda a gente sabe que na verdade ele não é mau, mas perdoem-me este parêntises, o Renji é o vilão mais cool da história do manga (ou quase).
Tatuagens, cabelo vermelho ... comprido e uma atitude a condizer.
Que querem? Não resisto a colocá-lo aqui, mas talvez ficasse melhor numa lista dos personagens mais sexys (é algo a pensar ...).
Nobou Takahashi (Dragon Head)
Este sim é um vilão, louco, tresloucado, completamente fora do controlo e a querer que os outros fiquem tão tolos como ele.
É vê-lo deteriorar-se debaixo de terra.
Leiam o manga, se ainda não o fizeram.
Gerard Fernandes (Fairy Tail)
Porque é que este está aqui?
Porque além de sem escrúpulos, usando os seus amigos como peões num jogo de xadrez, e por ter planeado o fim do mundo, ainda chegamos ao fim e conseguimos ter pena dele.
Como é possível?
Não faço ideia, mas resulta.
Principal Kuonji (Gakuen Alice)
Só nos capítulos mais recentes percebemos a dimensão do macabro que vai nas acções deste personagem que até aí se camuflava muito bem. Não há palavras para descrever alguém que manipule de forma tão assertiva e tenebrosa todos à sua volta. A quantidade de pessoas que morreram sob as suas ordens, e aqueles que sofrem todos os dias para o servirem, porque acham que ele é o dono da verdade, é assombrosa.
Verdadeiramente arrepiante!
Meruem - Ant King (Hunter x Hunter)
Mais arrepiante que um vilão maquiavélico é um vilão que faz as maldades sem se dar conta do quão profundamente terrífico é o que está a fazer, porque a ignorância pode causar mais sofrimento que a conhecimento de causa.
Ninguém melhor que Meruem faz este papel, de quem acredita que o seu destino é um só, e fará de tudo para o conseguir, não se apercebendo de que o que faz é mau para os outros.
Hisoka (Hunter x Hunter)
Não há como negar-se ao fascínio que este personagem cria À sua volta. Todas as suas acções são de um vilão, mas ainda assim consegue ser estranhamente amistoso.
Fabuloso!
Kukuro Rokudo (Katekyo Hitman Reborn)
Este é um grande vilão porque até hoje ainda não sabemos exactamente quais as suas intenções, mas uma coisa é certa, nada de realmente bom pode sair dali.
E bem, ele é deslumbrante, diga-se.
Gasai Yuno (Mirai Nikki)
Mais uma vez há só uma mulher no meio de tantos homens, mas há muitos homens nesta lista que se acobardariam perante esta mulher. Acredito piamente que sim.
Esta sim é uma mulher a temer, capaz de tudo para proteger o homem que ama, mesmo de se matar para que ele saia vitorioso.
É um mimo vê-la em acção (se bem que se fosse de carne e osso eu queria-a bem longe).
Sasuke Uchiha (Naruto)
Eu acho que nunca detestei tanto uma personagem como o detesto o Sasuke, e por isso acho que ele merece estar aqui. Foi estranhamente viciante vê-lo tornar-se no que é agora e acredito que o "ódio de estimação" que sinto por ele seja um sinal de que ele é um vilão à seria (embora ainda acredite que se vai redimir).
Itachi Uchiha (Naruto)
Não há melhor vilão que aquele que nós não acreditamos ser vilão, só para depois se mostrar um vilão do pior, e depois ... depois não conto porque estragava a história a muita gente, mas resumo em uma palavra: GENIAL!
Ele não é vilão?
Quem disse?
Ele no princípio era um vilão, até chegou a raptar a Rukia.
Toda a gente sabe que na verdade ele não é mau, mas perdoem-me este parêntises, o Renji é o vilão mais cool da história do manga (ou quase).
Tatuagens, cabelo vermelho ... comprido e uma atitude a condizer.
Que querem? Não resisto a colocá-lo aqui, mas talvez ficasse melhor numa lista dos personagens mais sexys (é algo a pensar ...).
Nobou Takahashi (Dragon Head)
Este sim é um vilão, louco, tresloucado, completamente fora do controlo e a querer que os outros fiquem tão tolos como ele.
É vê-lo deteriorar-se debaixo de terra.
Leiam o manga, se ainda não o fizeram.
Gerard Fernandes (Fairy Tail)
Porque é que este está aqui?
Porque além de sem escrúpulos, usando os seus amigos como peões num jogo de xadrez, e por ter planeado o fim do mundo, ainda chegamos ao fim e conseguimos ter pena dele.
Como é possível?
Não faço ideia, mas resulta.
Principal Kuonji (Gakuen Alice)
Só nos capítulos mais recentes percebemos a dimensão do macabro que vai nas acções deste personagem que até aí se camuflava muito bem. Não há palavras para descrever alguém que manipule de forma tão assertiva e tenebrosa todos à sua volta. A quantidade de pessoas que morreram sob as suas ordens, e aqueles que sofrem todos os dias para o servirem, porque acham que ele é o dono da verdade, é assombrosa.
Verdadeiramente arrepiante!
Meruem - Ant King (Hunter x Hunter)
Mais arrepiante que um vilão maquiavélico é um vilão que faz as maldades sem se dar conta do quão profundamente terrífico é o que está a fazer, porque a ignorância pode causar mais sofrimento que a conhecimento de causa.
Ninguém melhor que Meruem faz este papel, de quem acredita que o seu destino é um só, e fará de tudo para o conseguir, não se apercebendo de que o que faz é mau para os outros.
Hisoka (Hunter x Hunter)
Não há como negar-se ao fascínio que este personagem cria À sua volta. Todas as suas acções são de um vilão, mas ainda assim consegue ser estranhamente amistoso.
Fabuloso!
Kukuro Rokudo (Katekyo Hitman Reborn)
Este é um grande vilão porque até hoje ainda não sabemos exactamente quais as suas intenções, mas uma coisa é certa, nada de realmente bom pode sair dali.
E bem, ele é deslumbrante, diga-se.
Gasai Yuno (Mirai Nikki)
Mais uma vez há só uma mulher no meio de tantos homens, mas há muitos homens nesta lista que se acobardariam perante esta mulher. Acredito piamente que sim.
Esta sim é uma mulher a temer, capaz de tudo para proteger o homem que ama, mesmo de se matar para que ele saia vitorioso.
É um mimo vê-la em acção (se bem que se fosse de carne e osso eu queria-a bem longe).
Sasuke Uchiha (Naruto)
Eu acho que nunca detestei tanto uma personagem como o detesto o Sasuke, e por isso acho que ele merece estar aqui. Foi estranhamente viciante vê-lo tornar-se no que é agora e acredito que o "ódio de estimação" que sinto por ele seja um sinal de que ele é um vilão à seria (embora ainda acredite que se vai redimir).
Itachi Uchiha (Naruto)
Não há melhor vilão que aquele que nós não acreditamos ser vilão, só para depois se mostrar um vilão do pior, e depois ... depois não conto porque estragava a história a muita gente, mas resumo em uma palavra: GENIAL!
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Melhor Vilão/Antagonista (ANIME)
Lelouch Lamperouge (Code Geass)
Por mais que não tenha gostado muito do carácter deste membro da nobreza, não há como negar que ele tinha uns planos fascinantes e que surpreendiam tudo e todos.
Exagerado?
Muito.
Mas ainda assim, fascinante.
Vegeta (Dragon Ball)
O Vegeta é o meu vilão de estimação. Vê-lo passar de empinado a subserviente (a Bulma é a maior) foi a coisa mais divertida de se ver. E embora depois de um tempo ele tivesse deixado de ser um verdadeiro vilão, nunca deixou de ser um antagonista e por isso de cada vez que ele aparecia no ecrã, a minha atenção redobrava.
Il Palazzo (Excel Saga)
Não, não estou a brincar.
O Il Palazzo é um dos vilões mais fascinantes de sempre, porque nada lhe corria bem e porque conseguia lidar com as ajudantes mais desastradas do mundo.
Shion Sonozaki (Higurashi no Naku Koro Ni)
Psicótica é melhor descrição para a parte da história onde esta personagem fica, literalmente, louca.
Vê-la em acção arrepiará mesmo os mais destemidos e a crueza de tudo o que ela faz é impossível de esquecer. Mais ainda quando só percebemos que era ela a vilã, muito tempo depois, pois durante a acção julgamos que é outra pessoa, o que torna tudo ainda mais perturbante.
Simplesmente genial!
Hamdo (Ima, soko ni Iru boku)
Um homem sem escrúplos, capaz das maiores atrocidades para ter o monopólio da água no planeta, que escraviza crianças, queima vilas inteiras e governa um exército impiedoso graças às inúmeras mentiras e estratagemas maquiavélicos.
Infelizmente, ele é um dos mais realistas vilões que já vi. Digo infelizmente porque é pavoroso darmo-nos conta que pessoas assim existem realmente (se bem que ele é um pouco mais doido do que seria realista).
Um verdadeiro vilão, que manipula todos à sua volta para que façam o seu trabalho sujo, não tendo assim que sujar ele as mãos.
Shiki Ryougi (Kara no Kyoukai)
Todo este anime é uma espécie de jogo psicológico que nos deixa baralhados, e se é verdade que muito ainda está por explicar, sendo que eu ainda não vi todos os filmes, e Shiki marcou-me no segundo filme, graças à sua frieza.
Só visto!
Makoto Shishiu (Rurouni Kenshin)
Basta conhecer o passado dele e o sofrimento que ainda carrega para perceber como ele se tornou no vilão que foi, incapaz de desistir e capaz de tudo para vencer, mesmo sacrificar a sua amante (que o fez de livre vontade).
O combate entre Shshiu e Kenshin é intemporal e absolutamente memorável.
Queen Beryl (Sailor Moon)
Esta rainha raptou o Mamoru, tornou-o seu escravo, conduziu os seus soldados para que matassem todas as navegantes (luta memorável), não perdoava falhas e matou todos os seus seguidores, e por fim morreu mas só com a morte da própria Sailor Moon. Melhor do que isto. é quase impossível.
Uma vilão no seu expoente máximo, com uma beleza ímpar e umas unhas de meter inveja. XD
Dilandou Albatou (Tenkuu no Escaflowne)
O mais louco vilão está aqui mesmo, e ainda sim um dos mais torturados e interessantes de ver no ecrã. Obcecado com a vitória, sem piedade e muito lunático, Dilandou marcou todos os que o viram (e observaram atentamente) neste anime.
Knives Millions (Trigun)
Por tudo o que ele fez passar o Vash, por todo o sofrimento que causou, pelos seus ideias tresloucados e por ser dos vilões mais impiedosos de sempre, o Knives marca presença.
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